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Susana Frexes: “Enquanto a Ucrânia não estiver resolvida, a UE terá dificuldade em negociar com Trump”

Susana Frexes: “Enquanto a Ucrânia não estiver resolvida, a UE terá dificuldade em negociar com Trump”

Expresso da Manhã · Paulo Baldaia

January 20, 202615m 23s

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Show Notes

O braço-de-ferro entre os Estados Unidos e a Europa mantém-se e Trump já diz que “a paz deixou de ser a prioridade”, porque o mais importante são os interesses do seu país. A disputa pela Gronelândia, território autónomo do reino da Dinamarca, faz-se agora com ameaças do presidente norte-americano de aplicar tarifas, a partir de 1 de Fevereiro, aos países que se opõem à anexação da maior ilha do mundo. A União Europeia ameaça responder na mesma moeda. À procura de perceber o que anda a fazer a diplomacia europeia, conversamos neste episódio com a correspondente do Expresso e da SIC em Bruxelas Susana Frexes.

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Topics

Alinhamento e som inicial Paulo Baldaia ​ João Martins​ Susana Frexes: “Enquanto a Ucrânia não estiver resolvidaa UE terá dificuldade em negociar com Trump” Susana Frexes: “A Europa não quer misturar Gronelândia e Ucrânia na mesma discussãomas Trump tem interesse nisso” O braço-de-ferro entre os Estados Unidos e a Europa mantém-se e Trump já diz que “a paz deixou de ser a prioridade”porque o mais importante são os interesses do seu país. A disputa pela Gronelândiaterritório autónomo do reino da Dinamarcafaz-se agora com ameaças do presidente norte-americano de aplicar tarifasa partir de 1 de Fevereiroaos países que se opõem à anexação da maior ilha do mundo. A União Europeia ameaça responder na mesma moeda. À procura de perceber o que anda a fazer a diplomacia europeiaconversamos neste episódio com a correspondente do Expresso e da SIC em Bruxelas Susana Frexes. ………………… https://youtu.be/MP-PGEqfC8g?si=nDRUcadTzFAjgC7h 2’29 o presidente Donald 2’38 Nobel da paz Donald Trump e a sua vontade expansionista que o fez apontar à Gronelândiacolocou a Europa numa camisa de onze varascom promessas de reação unida e com retaliação tarifária ao mais alto nível para contrapôs às tarifas de 25% que os Estados Unidos querem aplicar a seis países europeus. Problema: no passado foram feitas proclamações idênticas e a Europa acabou por ceder. É evidente até que o problema é maior agorajá que a anexação à força da maior ilha do mundo implicaria uma resposta militar que a Europa não está em condições de dar. Acresce quemesmo não havendo essa possibilidadea decisão unilateral de Washington seria o fim da NATO. Masem coerênciaum bloco que pressiona a Ucrânia a não fazer cedências territoriais como forma de chegar à paz não pode ceder na Gronelândia para evitar um conflito. EntretantoTrump misturou o Nobel da Paz - que queria ganhar e não ganhou - com a vontade de controlar a Gronelândiaacrescentando a seguir que a sua prioridade já não é a pazmas sim o interesse dos EUA. A Europa está de facto unida e com vontade de fazer frente a um bullying que só vai pararse sentir que lhe fazem frente? À procura de perceber o que anda a fazer a diplomacia europeiaconversamos neste episódio com a correspondente do Expresso e da SIC em Bruxelas Susana Frexes. SEPARADOR PATROCÍNIO CGD SEPARADOR —————————————— ENTRA CONVERSA TAMBÉM NO RIVERSIDE —————————————— ENTRA MÚSICA FINAL Trump tem os olhos postos em várias partes do mundo e a sugestão que lhe fazemos é que ouça também outro podcast do Expresso. Em o mundo a seus pésMara Tribuna conversa com José Palmeiraprofessor de Relações Internacionais da Universidade do Minho. A repressão dos protestos em massa no Irão está a levar o Presidente dos Estados Unidos a ameaçar com uma ação militar. Os protestos no Irão já duram desde 28 de dezembro e estão a ser violentamente reprimidos pelo regime autocrático do ayatollah Ali Khamenei. Estimam-se que cerca de 4000 pessoas tenham morrido nos confrontos com as forças de segurança e 9000 tenham ficado feridas. Outras 19 mil foram detidas nas últimas três semanas. A sonoplastia deste episódio foi de João Martins Nós voltamos amanhã Até lá tenha um bom dia