
Mário Marques: “A próxima semana será ainda de mais calor e maior risco para os incêndios, em todo o país”
Expresso da Manhã · Paulo Baldaia
July 30, 202515m 24s
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O país está de novo a arder e a situação, lembra o primeiro-ministro, “é complexa”. Há autarcas a pedir mais meios aéreos mas a ministra, quando questionada sobre a quantidade de meios aéreos disponíveis, garante que “o número é irrelevante”. O pior de tudo é que as previsões apontam para uma situação bastante mais complicada na próxima semana. Neste episódio, voltamos a conversar com o climatologista, fundador da Planoclima, Mário Marques.
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Alinhamento e som inicial Paulo Baldaia João Martins Mário Marques: “A próxima semana será ainda de mais calor e maior risco para os incêndiosem todo o país” Mário Marques: “Para diminuir as ignições que começam os incêndiosé preciso que a negligência também seja considerada crime” O país está de novo a arder e a situaçãolembra o primeiro-ministro“é complexa”. Há autarcas a pedir mais meios aéreos mas a ministraquando questionada sobre a quantidade de meios aéreos disponíveisgarante que “o número é irrelevante”. O pior de tudo é que as previsões apontam para uma situação bastante mais complicada na próxima semana. Neste episódiovoltamos a conversar com o climatologistafundador da PlanoclimaMário Marques. ……………………………… https://cnnportugal.iol.pt/incendios/meios-aereos/ministra-da-administracao-interna-diz-que-e-irrelevante-numero-de-meios-aereos-para-combater-fogos/20250729/6888f4ffd34e3f0baea1105d 1’00 dos incêndios 1’14 os números são irrelevantes Assinatura A ministra garante que não faltam meios aéreos e até garante que o número destes meios é irrelevantemas o autarca de Ponte da Barca anda há dias a implorar que lhe mandem mais meios aéreos para combater um dos incêndios mais graves desta vaga. Maria Lucia amaral lembra que a utilização de meios aéreos depende de várias circunstânciasnem sempre é possível usá-los. Maiso problema agora são as dificuldades no terreno. Independentemente de quem tenha razãoé fatal como o destino chegarmos ao verão com tempo secocalorvento e o país desate a arder. Umas vezes mais a norteoutras mais a sul. Também está escrito na pedra que se discutem todos os anos as responsabilidades pela gestão dos meios que nunca parecem suficientes nem estar onde são precisos. Também se discute a falta de limpeza das matas e da florestaa autoria das igniçõessem as quais nenhum fogo começaque ora são fruto de negligencia humana ora são obra de mão criminosaagora ao que parece com recurso a drones. O mês passadoJunhofoi muito quente e muito seco. O terceiro mais quente e quarto mais seco em quase cem anoscom duas ondas de calora última a durar 13 dias e a entrar bem dentro do mês de julho. Este onde estamos e vemos o país a arder. E AGOSTO COMO SERÁ? Neste episódioMário Marquessobre esta fatalidade. SEPARADOR PUBLICIDADE CGD SEPARADOR ————————————————- ENTRA COINVERSA TAMBÉM NO RIVERSIDE ————————————————- ENTRA MÚSICA FINAL Como lemos hoje as cartas de Camões? Os investigadores Gil Teixeira e Filipe Saavedra revisitam o lado mais íntimo e controverso do poetaentre a crítica moralista e a ousadia literária. Ouça o oitavo e penúltimo episódio do podcast ‘Camões: 500 anos de História e de Lenda’ Este episódio contou com a moderação de Luís Fagundes Duarte e as intervenções destacaram a importância das cartas — muitas vezes ignoradas ou tratadas com desconfiança — como peças fundamentais para compreender as múltiplas facetas do poeta. As cartas revelam um Camões contraditório: entre o sublime épico e o mundano lisboetaentre a espiritualidade e a sátira. A sonoplastia deste episódio foi de João Martins Nós vamos voltar amanhã Até lá Tenha um bom dia