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General Vieira Borges: “Se houver deslocalização de arsenal nuclear francês para a Polónia a guerra da Ucrânia passa a ser global”

General Vieira Borges: “Se houver deslocalização de arsenal nuclear francês para a Polónia a guerra da Ucrânia passa a ser global”

Expresso da Manhã · Paulo Baldaia

March 3, 202616m 1s

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Show Notes

Enquanto a guerra no Médio Oriente se regionalizou muito rapidamente com a retaliação do Irão contra oito países, Trump admite que pode demorar mais tempo do que o previsto. Ao mesmo tempo, Macron anunciou a intenção de ter mais ogivas nuclear para liderar uma estratégia de dissuasão que passa por estacionar armas nucleares noutros países europeus. A Polónia já anunciou estar interessada. O Major General João Vieira Borges critica o timing e avisa que a Rússia não vai aceitar se este caminho se concretizar.

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Alinhamento e som inicial  Resumir Paulo Baldaia ​ João Martins​ General Vieira Borges: “Se houver deslocalização de arsenal nuclear francês para a Polónia a guerra da Ucrânia passa a ser global” General Vieira Borges: ”A Rússia não aceitará que a França estacione armas nucleares na Polóniacomo quer Macron” Enquanto a guerra no Médio Oriente se regionalizou muito rapidamente com a retaliação do Irão contra oito paísesTrump admite que pode demorar mais tempo do que o previsto. Ao mesmo tempoMacron anunciou a intenção de ter mais ogivas nuclear para liderar uma estratégia de dissuasão que passa por estacionar armas nucleares noutros países europeus. A polónia já anunciou estar interessada. O Major General João Vieira Borges critica o timming e avisa que a Rússia não vai aceitar se este caminho se concretizar. ………………… https://www.rtp.pt/noticias/mundo/trump-diz-ter-aproveitado-a-ultima-e-melhor-oportunidade-para-atacar-o-irao_n1722886 0’10” também prevíamos 0’20 antecipamo-nos aí Trump começou por dizer no sábado que os ataques ao Irão iriam durar quatro semanas. No domingo já dizia que as coisas estavam a correr melhor que o esperado e em três semanas podia terminar o bombardeamento ao Irão. Ao terceiro diana segunda-feirapassou para quatro/cinco semanas ou maisao mesmo tempo que nos tentava convencer que as quatro semanas referidas eram para matar os principais dirigentes irianianoscoisa que foi feita em pouco mais de uma hora. De igual formaem Junho do ano passadoTrump tinha garantido que tinha obliterado completamente o poder nuclear do Irão e esse é novamente o objectivo por estes dias. Entra Som extra Estávamos a 21 de junho e logo nos dias seguintesfontes dos serviços de informação norte-americanos garantiam que não era bem assim e agora é o próprio Trump a desdizer-se. Na guerrae em qualquer circunstância com Trumpa verdade é a primeira vítima. De ambos os lados de qualquer conflito. Foi por isso que se gerou uma onda de desconfiança e todas as cautelas foram usadas quando o regime iraniano anunciou que uma bomba numa escola primária tinha matado mais de cem pessoas. Certo é que há uma escalada na guerra que começou no sábado ninguém pode prever quando vai acabar. Já alastrou a outros países da região e foineste contextoque o presidente francêsEmannuel Macronanunciou a intenção de aumentar o numero de ogivas nucleares e estacionar mísseis com ogivas nucleares noutros países da Europa. Para percebermos o que está a acontecer a nível militarconversamos com o general João Vieira BorgesPresidente da Comissão Portuguesa de História Militar e Vice-Presidente da Comissão Internacional de História Militar. SEPARADOR PATROCÍNIO CGD SEPARADOR ————————————— Entra conversa ————————————— Entra música final Uma eleição intercalar confirmou o que muitos já tinham visto: o Partido Trabalhista está em maus lençóis políticos. Com o Governo sob fogo por razões que vão do custo de vida ao escândalo de Jeffrey Epsteino primeiro-ministro tem três anos de legislatura pela frentemas o golpe interno pode estar sempre ao virar da esquina Para analisar a situação e pensar no futuro político do Reino Unidosão convidados deste episódio de o Mundo a seus Pés a correspondente do Expresso em LondresFrancisca Ferreira Marquese o comentador e colunista Miguel Baumgartner. Conduz a conversa o editor da secção internacionalPedro Cordeiro A sonoplastia deste episódio foi de João Martins Nós vamos voltar amanha Até lá Tenha um bom dia