
Expresso da Manhã
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A bazuca já cá está e Portugal gasta por conta
O Governo entregou o Plano de Recuperação e Resiliência em Bruxelas e é muito provável que venha a ser o primeiro país a receber um cheque. Portugal, no entanto, já está a gastar por conta da bazuca europeia, por exemplo, no programa Apoiar. Neste episódio, conversamos com Joana Mateus, jornalista do Expresso que acompanha os temas relacionados com os fundos europeusSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Talhado para altos voos, Pedro Nuno Santos pode ver sector da aviação deitar por terra as suas ambições
A TAP apresenta esta quinta-feira os resultados de 2020 e os prejuízos rondam os mil milhões de euros. Na Groundforce, no próximo mês, pode não haver dinheiro para salários. E o novo aeroporto não saiu do sítio onde se encontra há décadas, no plano das intenções. Pedro Nuno Santos é o ministro que tutela este sector e é conhecida a sua ambição de liderar o PS e o Governo, quando António Costa sair. Desaires na aviação podem comprometer a sua imagem política? É o tema para uma conversa com o diretor do Expresso, João Vieira PereiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Superliga Europeia: Incapazes de pagar a dívida, ricos querem mais dinheiro
A polémica criação de uma Superliga juntando alguns dos clubes mais ricos da Europa tem por trás a necessidade de estancar uma dívida acumulada que, no conjunto dos 12 fundadores, ronda os oito mil milhões de euros. Neste episódio, conversamos com o editor de desporto do Expresso, Pedro Candeias, sobre os caminhos que o futebol europeu está obrigado a percorrerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Terrorismo de extrema-esquerda: prescreveu, foi amnistiado, mas há quem não esqueça
Há 41 anos, no dia 20 de abril, as FP-25 apresentaram-se ao país com uma aparatosa operação de rebentamento de petardos e distribuição de um manifesto. O objetivo das FP era “o derrube do regime, a instauração da ditadura do proletariado, a criação de um exército popular e a implementação do socialismo”. Em mais de 200 ações violentas, o grupo terrorista matou 17 pessoas. Neste episódio, conversamos com Nuno Gonçalo Poças, que acaba de publicar o livro “Presos por um fio, Portugal e as FP-25 de Abril”. Para que não se esqueça e, sobretudo, “para que se aprenda alguma coisa com o que aconteceu”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Se é incapaz de roubar numa loja, não seja pirata. Pandemia fez crescer consumo fraudulento de conteúdos
A pirataria digital de filmes cresceu quase 50% em 2020, mas a música, os livros e os jornais também sofreram muito com o aumento da fraude. O ano passado, em Portugal, houve 55 milhões de visitas a sites piratas, números que mostram que há muita oferta e muita procura. Muita gente, que seria incapaz de roubar numa loja, vê como normal a utilização ilegal de conteúdos na InternetSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sócrates obriga PS a ir ao divã. Mantém-se o silêncio?
No Partido Socialista há os que apostam que manter o silêncio é a melhor arma para lidar com o embaraço provocado pela instrução do caso Sócrates e os que já não escondem o incómodo pelo silêncio imposto. Neste episódio conversamos com os jornalistas David Dinis e Liliana ValenteSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Solução para as vacinas: AstraZeneca e Janssen para os mais velhos, Pfizer e Moderna para os mais novos
Porque temos de resolver o problema da pandemia com todas as vacinas disponíveis e “como as pessoas mais velhas são as que têm maior risco de sofrerem complicações com a infeção, mas não estão associadas a estes eventos trombóticos e embólicos”, as vacinas da AstraZeneca e da Janssen devem ser ultilizadas nos mais velhos”. Ouça, neste episódio, a opinião do virologista Pedro Simas. As polémicas com as vacinas não param e esta quarta-feira surgiu a notícia de que a UE admite, no próximo ano, não renovar contrato com as farmacêuticas que têm vacinas que recorrem ao adenovírus (AstraZeneca e Janssen), apostando nas que utilizam tecnologia RNA (Pfizer e Moderna). A Comissão não confirma, nem desmente, deixando crescer a especulação. Conversamos igualmente com a correspondente da SIC e do Expresso em Bruxelas, Susana FrexesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bazuca feita por portugueses vale 7,5 mil milhões de euros
Está guardada nos bancos e deverá ser utilizada como estímulo ao consumo até 2023. Acontece que a taxa de poupança das famílias portuguesas atingiu o ano passado o valor mais alto desde 2002 (12,8% do rendimento disponível). O regresso de parte deste acréscimo de poupança à economia servirá para aumentar o consumo interno, da mesma forma que a bazuca europeia servirá, sobretudo, para alavancar o investimento. Neste episódio, conversamos com a jornalista Sónia Lourenço, da secção de Economia do ExpressoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

“Por muito que custe”, há concelhos que não podem desconfinar
Com o R(t), os novos casos e os internamentos a subirem, o Governo tem de decidir em que moldes avança a terceira fase do desconfinamento. Miguel Castanho, professor na Faculdade de Medicina, entende que não se pode ver aqui "nenhuma questão de desconsideração dessas regiões”, mas antes “uma estratégia global com aplicação local”. Miguel Castanho olha para as medidas de desconfinamento previstas para avançar a 19 de abril e classifica-as pelo risco (baixo, médio e alto) que elas comportamSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Estratégia para a prevenção da corrupção tão ineficaz como sempre
Andamos para a frente e para trás, sem cuidar de avaliar o funcionamento das instituições existentes. Assim, o que é mau ocupa o espaço do que podia ser bom e não se acrescenta eficácia na prevenção e no combate. No rescaldo das decisões de Ivo Rosa sobre o processo Operação Marquês, fomos falar com Luis de Sousa, professor universitário, doutorado com uma tese sobre políticas públicas de combate à corrupção. É o coordenador responsável da rede de investigação sobre agências anti-corrupção (ANCORAGE-NET) e membro fundador e antigo presidente da Transparência e Integridade, representação portuguesa da Transparency InternationalSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Estamos no intervalo, o Ministério Público está a perder, mas Sócrates não está a ganhar (Expresso da Manhã Extra)
Ivo Rosa arrasou o Ministério Público e deixou cair uma larga maioria dos crimes de que estavam acusados os diferentes arguidos e só cinco foram pronunciados para ir a julgamento. Já foi anunciado recurso para o Tribunal da Relação, onde é expectável que algumas das acusações sejam retomadas. Sócrates cantou vitória, mas o juiz admitiu a existência de “corrupção sem demonstração de facto concreto” e, por isso, o ex-primeiro-ministro vai acusado de três crimes de branqueamento e três de falsificação de documentos. Neste episódio ouvimos Ricardo Costa, Miguel Poiares Maduro e Micael PereiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Covid-19: está tudo a subir, mas está controlado (para já)
Enquanto se repete a discussão sobre a segurança da vacina da AstraZeneca, o risco de transmissibilidade já passou de 1, o número de novos casos começou a subir e até nos hospitais já começaram a subir os internamentos em enfermaria e em cuidados intensivos. Ainda não há motivos para alarme, mas temos de estar vigilantes e, sobretudo, cumprir as regras básicas de proteção (uso obrigatório de máscara em espaços públicos, higienização das mãos e distanciamento social). Neste episódio conversamos com Vera Lúcia Arreigoso, jornalista do Expresso, especialista em saúdeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O tempo da justiça à luz do caso Sócrates - uma análise de Ricardo Costa
Seis anos e 139 dias depois de ter sido detido, o ex-primeiro-ministro saberá amanhã se vai a julgamento e, se for, saberá também de que crimes vai ser acusado. Será assim se o Ministério Público não recorrer da decisão do juiz Ivo Rosa. O fim deste processo judicial ainda está longe. A justiça também se deita no divã. Há cinco anos, o Presidente da República pediu aos operadores da Justiça para se entenderem sobre a reforma que o poder político deveria produzir. Quase nada mudouSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vai sobrar para António Costa? O Presidente vai regressar à estrada e os problemas vão ficar à vista
Se a evolução da pandemia permitir, o Presidente da República regressa ao contacto com os portugueses em maio, altura em que estará concluído o desconfinamento. A iniciativa “Portugal Próximo” nunca tiveram o estilo das presidências abertas que fizeram história com Mário Soares. No primeiro mandato de Marcelo Rebelo de Sousa, essas saídas para o terreno foram muito pacificas, porque as relações entre os dois palácios eram excelentes e o país vivia numa relativa prosperidade. Agora, podem ficar mais parecidas com as de Soares, porque se instalou um clima de desconfiança entre Marcelo e António Costa e o país vive numa crise prolongada que deixa cada vez mais pessoas para trás. Neste episódio, conversamos com Ângela SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Dívida pública: desta vez é diferente ou vivemos em estado de negação?
Faz hoje dez anos, Teixeira dos Santos confirmava o que se sabia inevitável: o país tinha de pedir, outra vez, ajuda internacional para evitar entrar em incumprimento com os credores. A dívida pública ronda os 135% do PIB e é maior do que era nessa altura, mas os mercados não penalizam o país, muito por causa da ação do Banco Central Europeu. Mas há sempre um momento em que tudo pode mudar. Na conversa com João Silvestre, editor de Economia do Expresso, procuramos perceber onde estamos e para onde podemos irSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Regressar à escola não chega, é preciso devolver aos alunos o que lhes foi retirado
Esta segunda-feira regressam à escola os alunos do 2º e 3º ciclo, depois de já terem regressado os do 1º ciclo. A avaliação feita pelo próprio governo, sobre as aprendizagens que se perderam no ano letivo anterior, mostra que metade dos alunos se mostrou incapaz de responder até a perguntas de pouca dificuldade. Pais e professores pedem uma estratégia para recuperar o que foi perdido, que tem de passar por um reforço significativo do investimento na EducaçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Avançamos no desconfinamento, com um verde muito amarelado. Não estrague tudo na Páscoa
Só o risco de transmissibilidade (Rt) segue em sentido contrário aos nossos desejos, mas isso deve deixar-nos alerta, porque está mais próximo do 1 e todos os outros factores (novos casos diários, internamentos em enfermaria e nos cuidados intensivos) começarão a subir no momento em que o Rt passar esse limite. Neste episódio, conversamos com a jornalista Vera Lúcia Arreigoso para fazer um balanço sobre a primeira fase do desconfinamento e antecipar riscos futurosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Foi preciso morrer um estrangeiro para toda a gente ver o terror em Moçambique
O terror chegou ao norte de Moçambique em outubro de 2017. De lá até cá, morreram mais de duas mil pessoas e 700 mil vivem deslocadas. Faz hoje uma semana, um ataque à cidade de Palma provocou a morte de um estrangeiro e colocou em causa o maior investimento privado em toda a África, da petrolífera francesa Total. A tragédia não ganhou uma nova dimensão, mas passou a ter uma visibilidade global. Uma conversa com o jornalista Ricardo MarquesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

É proibido a oposição aprovar aumento de despesa? É. Mas pode? Pode. O que é que acontece? Nada!
Marcelo promulgou os três diplomas com medidas sociais urgentes, tendo em conta que vivemos uma grave situação pandémica e convencido que a despesa resultante destas medidas não viola a norma travão, porque “os diplomas podem ser aplicados, na medida em que respeitem os limites resultantes do Orçamento do Estado vigente”. O valor político sobrepõe-se ao valor jurídico?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Para onde vai a TAP? Para já, para Cancun, depois logo se vê
Ainda confinados, mal começou a Primavera, e já temos a companhia aérea portuguesa a seduzir-nos para um salto às areias brancas e mar azul turquesa de Cancun, Riviera Maya, no México. Ao mesmo tempo que nos pede para mudarmos para a Ibéria se quisermos voar para o Porto Santo, na Madeira. Faz sentido? É isso que discutimos neste episódio com o comentador Pedro Marques LopesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Making of de “Eu sou o meu quarto”, uma história de adolescência e pandemia no feminino
O trabalho multimédia estará este fim-de-semana disponível no site e na edição em papel do Expresso. As autoras relatam a dificuldade em conseguir testemunhos de adolescentes sobre a forma como viveram a pandemia e o confinamento e essa dificuldade é bem reveladora da forma assimétrica como esta crise está a ser vivida. Desta série, a que também podíamos chamar “pandolescência ou a arte de viver a adolescência no meio de uma pandemia”, ficam quatro registos de quatro raparigas e dos seus quartosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil procura candidato ao centro para derrotar Bolsonaro e Lula
As decisões do segundo turno do Supremo Tribunal brasileiro deixaram campo aberto para uma recandidatura de Lula da Silva e Jair Bolsonaro agradece, a bipolarização das eleições do próximo ano serve a sua estratégia. Fernando Henrique Cardoso que, agora, até já admite votar no candidato do PT numa eventual segunda volta, coisa que não fez em 2018, é um dos promotores de uma candidatura ao centro que possa derrotar os dois extremos. Ainda falta um ano e meio mas, para além da pandemia, é de presidenciais que se fala no Brasil. Tudo alavancado em decisões judiciais que podem ter tirado Sérgio Moro da corridaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Desconfinamento: parece estar a correr bem, mas tem tudo para correr mal
Os novos casos diários continuam a cair, mas os peritos alertam para o aumento da mobilidade, para uma maior presença das variantes mais agressivas e para o aumento da transmissibilidade (o Rt aproxima-se de 1). Tudo isto é mau, mas o pior pode estar para chegar, porque os dados analisados na reunião no Infarmed não abrangiam a primeira fase de desconfinamento. Usar máscara continua a ser obrigatório e absolutamente necessárioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

“São todos amiguinhos da EDP?”, pergunta José Gomes Ferreira
Os ministros das Finanças e do Ambiente vão ser ouvidos esta terça-feira no Parlamento, juntamente com o presidente da EDP, a propósito do negócio das barragens do Douro com os franceses da Engie, que o Ministério Público está a investigar. O director-adjunto de informação da SIC, José Gomes Ferreira, diz que o Estado não defendeu os seus interesses e fala de uma lei “propositadamente ambígua”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nacionalismo das vacinas: uma guerra na Europa terá consequências imprevisíveis
O assunto será debatido no Conselho Europeu desta semana. A ameaça de Bruxelas de impedir as exportações de vacinas produzidas na União Europeia, para países que também produzem mas não enviam vacinas para o velho continente, tem o Reino Unido como destinatário muito claro. Do outro lado do canal da Mancha, a ameaça é levada a sério, porque temem a reacção de uma Comissão que está a ser criticada pelos estados-membro, num momento em que escasseiam as vacinas e volta a subir o número de novos casos, muitos deles provocados por novas variantesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

“A música não morre”: 2021 é o ano para ouvir os artistas portugueses
Em pandemia, não trabalha a formiga, nem canta a cigarra, mas, em desconfinamento, vamos voltar a poder ir a um concerto. Maio é o mês previsto para a retoma do setor da cultura, que em 2020, terá perdido mais de 80% das suas receitas. O otimismo é moderado mas, como diz Miguel Cadete, “a música não morre”. Se é certo que os grandes nomes internacionais da música já adiaram as digressões para o próximo ano e os grandes festivais foram cancelados, também importa realçar que sobra tempo e espaço para ouvir música em portuguêsSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Estado de emergência, ano II: a exceção que virou regra
Há um ano, foi decretado o estado de emergência, que nunca tinha sido ativado em democracia. Já vamos no 13.º decreto e vamos para o 14.º, para restringir ainda mais as liberdades na semana da Páscoa. No total são cerca de 200 dias no espaço de um ano. Neste episódio, falamos com a jornalista Liliana Valente, que faz a cobertura noticiosa da atividade governativa, para perceber como vai António Costa tentar livrar o país desta exceção que virou regraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso da Manhã: a vacinação da euforia à depressão e uma suspensão política
Da euforia com que encaramos o aparecimento da vacina contra a covid-19, até a uma espécie de depressão com que lidamos com os problemas que, de uma forma natural e expectável, vão aparecendo, passaram apenas alguns meses. A procura supera a oferta e faltam vacinas, enquanto a da AstraZeneca foi suspensa. Miguel Castanho, professor universitário e investigador do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina de Lisboa, diz que a suspensão em Portugal foi “política" e "para evitar polémicas”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dívida pública impede maiores apoios à economia
Há uma pressão sobre o Governo para abrir mais os cordões à bolsa e despejar na economia milhões de euros que não tem, mas o país tem de se confrontar com a realidade e recordar que há um trabalho que não chegou a ser feito: em valores absolutos a dívida pública nunca foi reduzida e, agora, vale cerca de 135% do PIB. Os juros já começaram a subir, a dívida ainda está perfeitamente gerível, mas convém não facilitar, porque 2010 não foi assim há tanto tempoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Desconfinamento: Funchal e Lisboa são os concelhos mais longe do sinal verde para reabrir os estádios
O Governo anunciou que os adeptos vão poder voltar aos estádios mas, pelo menos para já, é apenas uma manifestação de intenções. Não faltam as incógnitas, a começar pela vontade dos adeptos que podem ter-se habituado a ver o futebol longe dos estádios e podem não querer voltar. E se, na abertura a “conta-gotas”, houver concelhos no verde e outros no amarelo ou no vermelho, haverá estádios que reabrem e outros que se vão manter sem público? O sinal verde vai até um máximo de 120 novos casos por 100 mil habitantes. De vermelho carregado está o Funchal (697), onde jogam Marítimo e Nacional, e logo a seguir, Lisboa (229), onde jogam Sporting e BenficaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Desconfinamento: plano é de alto risco e afasta momentaneamente palácios de Belém e São Bento
O primeiro-ministro apresentou o plano de desconfinamento dizendo que tudo será feito a conta-gotas, mas os critérios que servem de base a esta decisão (novos casos por 100 mil habitantes e índice de transmissibilidade) estão muito perto dos valores em que o plano tem de parar ou mesmo fazer marcha-atrás (105 para 120 e 0,78 para 0,99). Numa doença contagiosa, estão sempre a lembrar os especialistas, quando se aumentam os contactos entre as pessoas, aumentam-se os contágios. O Governo olha mais para a questão económica, a presidência olha mais para a questão sanitáriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ensino à distância já totalizou 80 dias. Dava para dar a volta ao mundo
Pais e professores só pensam em recuperar o tempo perdido. O ensino presencial vai voltar na próxima semana, mas apenas para os mais novos de todos. Gradualmente, se o desconfinamento correr bem, abrirão os outros níveis de ensino, mas Filinto Lima lembra que estes alunos já passaram 80 dias, neste ano letivo e no anterior, aprendendo à distância. Jorge Ascenção, da CONFAP, chama a atenção que há muita coisa que não está a correr bem nesta forma de aprendizagem. Pais e professores estão totalmente de acordo quanto à necessidade do Ministério da Educação reforçar os recursos humanos para que as escolas possam ajudar as crianças e jovens a recuperar tudo o que ficou para trásSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Livraram Lula para salvar Sérgio Moro, mas Moro está a ser julgado. A polarização está de volta. O Brasil aguenta?
Um juiz do Supremo anulou os julgamentos que condenaram Lula da Silva por uma questão técnica, mantendo a porta aberta para a utilização das provas em novos julgamentos e pretendendo, com essa decisão, que não houvesse julgamento da ação de suspeição levantada pela defesa de Lula contra Sérgio Moro. Um outro juiz do mesmo tribunal entendeu que essa decisão não devia impedir o julgamento da ação contra o juiz que julgou o ex-Presidente do Brasil. Esta terça-feira, no Supremo, a votação foi suspensa e a vitória pode cair para qualquer um dos lados. Está tudo dependente de um juiz que pediu mais tempo para estudar o processo. As sondagens dizem que Lula é o político brasileiro com mais hipóteses de vencer Bolsonaro, mas o atual Presidente também beneficia com o regresso da polarização políticaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que pode correr mal a Marcelo? Respondem Ângela Silva e Ricardo Costa
Marcelo Rebelo de Sousa é esta terça-feira empossado para um segundo mandato como Presidente da República. Para já mantém uma solidariedade vigilante com o Governo, mas quando a pandemia passar e as autárquicas confirmarem uma nova normalidade política, com uma grande fragmentação partidária, a estabilidade política pode ficar mais difícil de conseguir. O pior que pode acontecer a Marcelo é deixar um país pior que o que encontrou quando iniciou o primeiro mandatoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Como deve funcionar o plano de desconfinamento? Responde um matemático
Carlos Antunes é professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e faz parte do grupo de peritos que, a pedido do Governo, procura consensualizar os indicadores que devem ser usados para criar novas matrizes de risco a usar no controlo da pandemia. Neste episódio reflete sobre o que deve ser o plano de desconfinamento. O Norte tem melhores condições para desconfinar do que a região de Lisboa e Vale do TejoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os orçamentos que se seguem: Portugal na corda bamba, sem PEC mas obrigado a conter a dívida
As regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento foram suspensas em março do ano passado e só serão ativadas de novo em 2023. A oposição pede ao Governo que abra mais os cordões à bolsa, mas o Governo resiste. Bruxelas promete recomendações especificas para os orçamentos do próximo ano e avisou que os países mais endividados, como Portugal, devem ter todas as cautelas para não ficarem reféns dos mercados. Neste episódio, ouvimos o diretor do Expresso, João Vieira Pereira, e a correspondente da SIC e do Expresso em Bruxelas, Susana FrexesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Crianças sofrem com as escolas fechadas, mas há quem acredite que “vai ficar tudo bem”
Num momento em que aumenta a pressão para que as escolas reabram rapidamente e o Governo diz que ainda é cedo para falar disso, fomos conversar com o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, Jorge Amil Dias, e com a psicóloga clínica do Hospital Dona Estefânia, Teresa Lobato FariaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Autárquicas: “Carlos Moedas pode ser o embrião da próxima AD”
Henrique Raposo olha para a candidatura de Carlos Moedas em Lisboa e vê potencial para uma reconfiguração da direita que não fique dependente da força do Chega para chegar ao poder. O candidato já assumido pelo PSD e pelo CDS apresenta esta quinta-feira a sua candidatura e já se sabe que pretende alargar a outras forças partidárias a plataforma de apoio com que pretende disputar as eleições autárquicas em LisboaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Pandemia, ano 2: Quem manda? Marcelo ou Costa?
Há pouco mais de um ano, duas semanas depois dos primeiros casos de covid-19 em Portugal, Marcelo anunciou o primeiro período de estado de emergência, contrariando a vontade do Governo, e afirmou-se como “o primeiro responsável e não o último perante os portugueses”. Agora, o Presidente da República disse ao país que o desconfinamento só pode começar depois da Páscoa, mas o poder de decidir está nas mãos de António Costa, que vai anunciar o plano para desconfinar a 11 de março. Daniel Oliveira, colunista do Expresso, e David Dinis, diretor-adjunto, são os convidados deste episódioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim das moratórias pode colocar mais casas no mercado e fazer descer o preço
As moratórias dadas pelos bancos (cerca de 130 mil contratos) chegam ao fim este mês e as públicas (mais de 170 mil) ainda vão durar até setembro. Depois disso, se não houver prolongamento das moratórias e/ou recuperação do emprego, espera-se um aumento significativo dos incumprimentos e milhares de casas podem regressar ao mercado. Este movimento pode ser mais forte nas periferias das grandes cidades, onde a classe média e média-baixa comprou casa. Neste episódio, conversamos com os jornalistas de economia do Expresso Isabel Vicente (banca) e Vítor Andrade (imobiliário)See omnystudio.com/listener for privacy information.

Marcelo quer portugueses a carregar a cruz até depois da Páscoa
O plano que o Presidente da República pediu ao Governo parece ter tempo, porque Marcelo Rebelo de Sousa voltou a defender que se tem de ganhar "até à Páscoa", o "verão e o outono deste ano”. Já conhecemos as linhas verdes, que o chefe de Estado tinha apresentado na anterior comunicação ao país, mas continuamos sem saber o que vai acontecer quando atingirmos esses números. Para Marcelo, só confinar até depois da Páscoa nos garante a salvação nacional. Se os números continuarem a descer a este ritmo, a Cimeira Social, prevista para maio no Porto, poderá ser presencial. E até Joe Biden pode acabar por vir a Portugal para uma cimeira UE-EUA. Neste episódio, a análise é do sub-diretor do Expresso, Martim SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Candidatos autárquicos independentes: de que têm medo os partidos?
Os autarcas independentes admitem formar um novo partido como forma de ultrapassar os obstáculos criados pelas alterações à lei autárquica, aprovadas em 2020, pelo PS e PSD. Nas autárquicas de 2017, os independentes tornaram-se a quarta força, elegendo 17 presidentes de câmara, 130 vereadores e 403 presidentes de juntas de freguesia. Neste episódio, conversamos com Paulo Martins, professor universitário e jornalista com um grande conhecimento de matéria autárquica. Como chegamos até à abertura aos independentes? Porque estão os partidos a dar um passo atrás?See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que fazer com 12 milhões de euros por dia? Mudar de atitude, diz José Gomes Ferreira
José Gomes Ferreira avalia o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e sugere um caminho para utilizar a chuva de milhões que vem de Bruxelas. O PRR vale cerca de 14 mil milhões de euros, até 2026, e o Quadro Financeiro Plurianual vale 23 mil milhões. Se lhes juntarmos as sobras do Portugal 2020 e outros programas mais pequenos, são bem mais de 40 mil milhões de euros, 12 milhões de euros por dia, todos os 3600 dias que faltam para terminar a décadaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso da Manhã: regressar à escola não é desconfinar o país
O ensino à distância não está a cumprir os objetivos a que se propôs e a urgência de reabrir gradualmente as escolas, num “dos países da União Europeia com menos condições” para prosseguir este caminho, levou dezenas de cidadãos a escrever uma carta aberta ao poder político. Pedem que se “dê prioridade à escola”, porque “é possível conciliar os direitos à saúde e à educação”. Neste episódio conversamos com a jornalista do Expresso Isabel LeiriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Apple Car e Google Car, dois computadores com rodas
A inovação tecnológica presente no sector automóvel ganhará um novo destaque com a entrada nesta indústria de dois gigantes tecnológicos, a Google e a Apple. Para já são só intenções e experiências, mas o caminho está a ser feito e até é provável que sejam caminhos diferentes. Para onde vamos? A resposta está numa deliciosa conversa entre Lourenço Medeiros, editor de novas tecnologias da SIC, e Rui Pedro Reis, coordenador e apresentador do programa Volante SICSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A geopolítica da vacina contra a covid-19: pragmatismo e hipocrisia (cenas dos próximos capítulos)
Esta sexta-feira há reunião do G7 e, por sugestão de Boris Johnson, os mais industrializados, depois de andarem a competir pelas vacinas, vão discutir uma distribuição equitativa e estratégias para prevenir futuras pandemias. Enquanto isso, Rússia e China fazem um caminho paralelo, procurando com as suas vacinas aumentar a influência que têm no mundo. Neste episódio, conversamos com a especialista em questões internacionais Raquel Vaz Pinto e a correspondente do Expresso e da SIC em Bruxelas, Susana FrexesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Pandemia da saúde mental: são os médicos quem mais sofre
Antes da pandemia da covid-19, já havia uma pandemia da saúde mental a fazer caminho. Ela agravou-se agora e há cada vez mais doentes com sofrimento psicológico a precisar de ajuda. Na linha da frente, os médicos são quem mais sofre e nem sempre pedem ajuda aos colegas da psiquiatria. Quase metade dos profissionais de saúde apresenta sinais de sofrimento psicológico e os que tratam de doentes covid têm um risco de sofrimento duas vezes e meia superiores aos restantes profissionais. Quando um médico tem o síndrome de burnout, como qualquer ser humano, está sempre mais perto de falhar. Neste episódio, conversamos com o bastonário dos médicos, Miguel GuimarãesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Olhar a extrema-direita em Portugal, a partir da Catalunha
Das eleições deste fim-de-semana na Catalunha destaca-se a maioria de votos (pela primeira vez) conseguida pelos partidos independentistas, a vitória do Partido dos Socialistas da Catalunha e, não menos importante, o arraso que a extrema-direita do Vox deu à direita do Partido Popular e do Cidadãos. Lá como cá, a extrema-direita está a conseguir um crescimento exponencial. Começou primeiro lá e há episódios que se verificam nos dois lados, como o apoio da extrema-direita a um governo regional de uma coligação de centro-direita. Se há coincidências, vamos olhar para elas, num momento em que o Chega já assume que o objectivo é chegar ao poderSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O sol não é a luz ao fundo do túnel (só passou um mês e falta um mês e meio de confinamento)
Falta um mês e meio, como vai ser? Ao fim de um mês, multidões saíram à rua para apanhar sol. As imagens do fim-de-semana, em que uma grande multidão, muitos sem máscara, se passeava junto ao rio Tejo, com a polícia a ver a marcha passar, confirmam novamente que há um cansaço pandémico. Estamos confinados há um mês e um dia e temos pela frente, pelo menos, mais um mês e meio de confinamento. Sair à rua não é proibido, é até aconselhável para um passeio higiénico, mas tem regras. Neste episódio, conversamos com a jornalista Vera Lúcia Arreigoso, especialista em questões de saúdeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Adiar eleições ou melhorar o processo eleitoral? Daniel Oliveira e David Dinis respondem
O PSD propõe o adiamento das eleições autárquicas por dois meses, mas o PS foi lesto a responder e já disse que não. O debate não acaba aqui, mas é certo que só haverá adiamento se os dois partidos se entenderem. Seja em que altura for, também é preciso debater o que fazer para melhorar o processo eleitoral. Voto antecipado, eleições em mais que um dia, voto electrónico... Um debate adia o outro ou devem fazer-se em simultâneo?See omnystudio.com/listener for privacy information.