
Doutores e engenheiros: enquanto uns partem, outros têm de ter segundo emprego
Expresso da Manhã · Paulo Baldaia
February 9, 202414m 11s
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Cerca de 30% dos jovens portugueses em idade activa estão emigrado e isso reflecte-se na falta de talentos em Portugal em áreas como as engenharias, novas tecnologias ou saúde. Os que ficam estão cada vez mais a ter de viver com dois empregos. São já mais de 250 mil e mais de metade (141.900) têm formação superior. Neste episódio, conversamos com Cátia Mateus, a jornalista do Expresso que escreve sobre estes dois temas na edição deste fim-de-semana.
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Cerca de 30% dos jovens portugueses em idade activa estão emigrado e isso reflecte-se na falta de talentos em Portugal em áreas como as engenhariasnovas tecnologias ou saúde. Os que ficam estão cada vez mais a ter de viver com dois empregos. São já mais de 250 mil e mais de metade (141.900) têm formação superior. Neste episódioconversamos com Cátia Mateusa jornalista do Expresso que escreve sobre estes dois temas na edição deste fim-de-semana.A geração mais bem qualificada de sempre anda a correr atrás do prejuízo. Doutores e engenheirosde todas as engenharias e de todas as profissões de saúdesão o melhor exemplo de um investimento que o país faz para depois ver partir parte desse talento para outras geografias mais competitivas na hora de pagar os primeiros salários e acelerar carreiras.
Mas não só. Se há cursos e profissões que se destacam na hora de partiré certo que partem com outras licenciaturas ou mais baixas qualificações.
Entre os que ficamo que se vai percebendo é que também há cada vez mais quem tenha de ter dois ou mais empregos para poder pagar todas as contas. Este registo existe desde 2011 e nunca como agora houve tanta gente a correr do trabalho para o trabalho. Foram mais de 250 mil em 2023 e quase 60% são pessoas com formação superior.
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