
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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O que me resta hoje é luta, diz viúva de Marielle
A dois dias do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completar um ano, dois suspeitos foram presos pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Episódio desta quarta-feira apresenta uma entrevista com a arquiteta Monica Benicio, viúva de Marielle. Ela diz que a prisão é positiva, mas espera uma resposta mais rápida da polícia na elucidação completa do caso. Monica ainda revela em conversa com os jornalistas Haisem Abaki e Carolina Ercolin que sentiu maior comprometimento das atuais promotoras à frente o caso, afirma que não vai se acuar diante de ameaças que recebeu e conta como vem lidando com o luto desde a morte de sua companheira naquela traumática noite de 14 de março de 2018.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A direita bolsonarista que trama contra a imprensa
Jornalista do “Estado de S. Paulo”, Constança Rezende, foi vítima de ataques em sites conservadores por, supostamente, ter declarado de que teria “intenção” de “arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”. O próprio áudio publicado da conversa com ela desmentia a informação. Algo neste teor jamais foi dito pela repórter. Não bastasse a gravidade do fato em si, o presidente Jair Bolsonaro endossou a denúncia e a usou para reforçar, mais uma vez, suas críticas ao trabalho da imprensa. O caso ganhou uma proporção institucional. Ora, como é possível que uma engenharia destruidora de reputações receba explicitamente o aval de um presidente da República? Que direita é essa que está disposta a todo tipo de ação para se impor na batalha de narrativas? Conversamos sobre o assunto com o repórter especial, José Fucs. Episódio de hoje ainda traz o depoimento do âncora da Rádio Eldorado, Haisem Abaki, que ficou preso no trânsito e nos alagamentos por 7 horas até conseguir chegar à sede do Grupo Estado, na zona norte de SP. Ontem, a capital paulista e a região metropolitana foram atingidas por fortes chuvas, que resultou na morte de 12 pessoas e provocou o caos na cidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bezerra: “É preciso parar de subestimar Bolsonaro”
Pressionado pela inabilidade em fazer política, o governo Bolsonaro, ao menos no Senado, entregou a articulação para um parlamentar mais experiente: Fernando Bezerra Coelho (PE). Além do gesto em direção ao MDB, partido com maior bancada naquela Casa, o presidente buscou acalmar os ressentidos com a derrota de Renan Calheiros (AL) e cacifou um político que já vinha cumprindo a missão de interlocução governista na era Temer. Nesta entrevista concedida ao podcast, o líder do governo no Senado afirma que “é preciso parar de subestimar o presidente Bolsonaro” e garante que ele tem agido para construir uma base no Congresso à altura de desafios como o da reforma da Previdência. A entrevista teve a participação do repórter de ‘Política’, Vitor Marques.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #53: #Start Eldorado
Nesta edição, o Start Eldorado que vai ao ar na Eldorado FM (107,3 - SP) nas quartas-feiras, às 22h, fala sobre como a transformação digital influi na cultura e nos processos das empresas e negócios. E, ainda, discute a importância da adoção das práticas disruptivas. Guilherme Stefanini, head de novos negócios da Stefanini, e Eduardo de Resende Francisco, professor especializado em geoanalytics da FGV-Eaesp, conversam com o apresentador Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Como as Forças Armadas receberam declaração de Bolsonaro?
Episódio de hoje apresenta uma entrevista com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. Para ele, a falta de uma base organizada e as “agendas paralelas sem nenhum sentido” do presidente Jair Bolsonaro têm tido um efeito muito negativo no andamento de projetos vitais para o País, como a reforma da Previdência – e o mercado financeiro já está reverberando isso. A possibilidade do fim da regra da unicidade sindical é outro tema analisado Loyola nesta conversa conduzida pelos jornalistas Haisem Abaki e Carolina Ercolin. Ontem, mais uma declaração de Bolsonaro causou celeuma: em um evento militar, disse que a “liberdade e democracia só existem se as Forças Armadas assim o quiserem”. A repercussão negativa foi tremenda, obrigando aliados, integrantes do governo e o próprio presidente virem a público para tentar afastar a ideia de que havia um componente de autoritarismo na mensagem. Nós ouvimos a análise de Roberto Godoy, que cobre diretamente o circulo militar e colheu as impressões de representantes das Forças Armadas sobre a declaração. Confira ainda nesta edição alguns trechos de uma entrevista com a deputada estadual eleita Janaina Paschoal, em que ela opina sobre o ímpeto de Bolsonaro nas suas redes sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A fábrica de encrencas do tuiteiro Bolsonaro
A mesma engenharia das redes sociais que, de maneira muito competente, ajudou Bolsonaro a vencer as eleições, tem sido um epicentro de crises e desgastes para o presidente desde que ele assumiu o poder. O carnaval foi regado de declarações polêmicas, como o anúncio da “Lava Jato da Educação” e os ataques à classe artística, tendo como alvos Caetano Veloso e Daniela Mercury. Mas o gran finale foi mesmo com o post no Twitter em que um vídeo obsceno embasava sua crítica ao carnaval – recorrendo a agenda de costumes. A repercussão foi colossal: política, institucional, na imprensa e perante a sociedade. Ora, essa “fábrica de encrencas retóricas” faria parte de uma estratégia política de Jair Bolsonaro? O quanto isso pode afetar as plataformas essenciais deste governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime? Conversamos sobre o tema com a colunista do Estadão, Vera Magalhães. Enquanto o governo Bolsonaro cava suas próprias crises, a oposição, desarticulada, perde a chance de surfar nesta onda para dar amplitude a suas pautas. A conclusão é do repórter de ‘Política’ Ricardo Galhardo, também convidado do programa de hoje. Além de dividida, a esquerda está perdendo a batalha de narrativas, segundo Galhardo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Encerrado carnaval, bloco da Previdência pede passagem
Quarta-feira de cinzas, fim do carnaval e o Brasil volta a depreender suas atenções para temas da esfera do poder. E no horizonte mais próximo, o desafio central é a reforma da Previdência. Espera-se que o Congresso, enfim, dê tramitação à proposta, com a instalação da CCJ na Câmara e, posteriormente, discussão e votação em Comissão Especial até chegar ao plenário, onde a PEC vai precisar de dois turnos para ser aprovada. Desde que o texto foi levado aos parlamentares pelo presidente Jair Bolsonaro, vários aspectos dele viraram alvo de polêmicas e debates inflamados, como era de se esperar. O próprio presidente admitiu a jornalistas negociar para baixo a idade mínima, fixada na proposta em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Essa edição do podcast busca discutir alguns destes pontos de maior controvérsia. Não só a idade mínima, mas também a questão da alíquota progressiva para servidores públicos. Conversamos sobre o tema com um especialista no assunto, o economista Pedro Fernando Nery, autor do livro “Reforma da Previdência: Por que o Brasil não pode esperar?”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Educação precisa mesmo de uma Lava Jato?
No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que vem aí uma “Lava Jato da Educação”. Não forneceu mais detalhes de qual é exatamente o problema a ser enfrentado, mas afirmou que “dados iniciais revelam indícios muito fortes que a máquina está sendo usada para manutenção de algo que não interessa ao Brasil.” E justificou seu ponto de vista a partir da comparação do que é gasto pelo MEC (Ministério da Educação) e aquilo que o País obtém de resultados. A retórica de caráter ideológico, que demonstra uma preocupação com uma suposta doutrina da esquerda nos meios educacionais, também se fez presente entre os posts. “Mudar as diretrizes 'educacionais' implementadas ao longo de décadas é uma de nossas metas para impedir o avanço da fábrica de militantes políticos para formarmos cidadãos”, declarou. Episódio de hoje discute os argumentos apresentados por Bolsonaro numa conversa com um especialista da área educacional, o professor em Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC, Salomão Ximenes. Afinal, a educação precisa mesmo de uma “Lava Jato”?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Que reforma deputados vão bancar?
Qual é a temperatura do Congresso em relação à reforma da Previdência? Pesquisa da XP Investimentos feita diretamente com os parlamentares mostra que a percepção sobre a necessidade de se fazer uma reforma já não é mais objeto de teses obsoletas. A ampla maioria, 77% na Câmara e 64% no Senado, defendem a PEC. O problema é: que texto vai sair a partir do escrutínio dos congressistas? Quanto eles vão ceder ao lobby das corporações e de suas bases eleitorais? A proposta sobre a idade mínima, por exemplo, está longe de contemplar as expectativas de boa parte de deputados e senadores – e este levantamento já capta isso. Nos aprofundamos por este debate hoje numa conversa com Paulo Gama, analista da XP Investimentos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #52: #Start Eldorado
Nesta edição, o Start Eldorado relembra alguns dos temas e entrevistados que passaram pelo programa no primeiro ano no ar, pela Eldorado FM (107,3 - SP). A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que a economia brasileira não decola?
O Produto Interno Bruto do Brasil (PIB) cresceu 1,1% no ano de 2018, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para os especialistas, alguns episódios pontuais, como as eleições e a greve dos caminhoneiros, prejudicaram o crescimento no ano passado. Segundo o colunista de economia do Estadão, Celso Ming, o dado mais preocupante é o avanço de apenas 0,1% no último trimestre, pois mostra que o aumento do PIB nos próximos meses será lento. Além disso, Ming atribui o baixo crescimento ao fato do País gastar mais do que pode, e ter pouca preocupação em poupar e investir, o que está diretamente ligado aos maiores PIBs do mundo. O colunista foi entrevistado por Gustavo Lopes. Edição desta sexta-feira ainda aborda um tema de fundamental importância para este período de carnaval: o aumento de casos de assédio sexual. A novidade é que desta vez uma nova legislação estará em vigor: a de importunação sexual, que tipifica e prevê penas mais duras para atos libidinosos sem consentimento, como o “beijo roubado” ou a “mão boba”. A nova lei será suficiente para coibir a ação de agressores? Conversamos sobre o tema com Maíra Zapater, doutora em Direitos Humanos pela USP e professora de Direito Penal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O sinal de alerta dos brasileiros a Bolsonaro
Pode parecer um tanto precoce para conclusões mais alarmantes, visto que são apenas dois meses de governo, mas o índice de aprovação da gestão de Bolsonaro no comando do País não chega a metade dos brasileiros. Segundo pesquisa recente CNT/MDA, ficou em 38,9%. É a pior avaliação para um presidente em começo de mandato desde FHC, em 1995. Se o resultado ainda não é motivo para desespero, pode servir de alerta para quem acreditou que a “lua de mel” com as urnas facilitaria a efetivação de uma nova agenda pública. Entre elas, a nada fácil reforma da Previdência. Quais seriam os motivos para uma aprovação abaixo das expectativas? Desgastes internos, retórica de palanque, perseguições de cunho ideológico e a demonização da política? Conversamos sobre o tema com o sociólogo e professor do Mackenzie, Rodrigo Prando. Episódio de hoje ainda aborda o encontro do presidente americano Donald Trump com o líder norte-coreano, Kim Jong-um, no Vietnã, assim como o depoimento bombástico de Michael Cohen, ex-advogado de Trump. Quem traz as informações é a correspondente do Estadão nos EUA, Beatriz Bulla.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo vai, enfim, aderir ao “presidencialismo de coalizão”?
Desde que o governo Bolsonaro apresentou oficialmente o texto da reforma da Previdência, a pressão se elevou para que uma articulação política “profissional” entrasse em cena. Ou seja, a interlocução com o Congresso não poderia mais depender apenas de influência externa, da mobilização da sociedade – até porque um projeto desta complexidade não costuma ter um engajamento popular favorável tão expressivo. Na prática, o Planalto se viu obrigado a reconsiderar as lideranças partidárias como meio fundamental para negociar apoio e organizar pela primeira vez uma base governista estável – algo que não foi feito até agora. Para o cientista político Carlos Pereira, da FGV, se o governo não tiver sucesso na montagem desta coalizão, a reforma da Previdência poderá sofrer sérios abalos. Convidado de hoje do programa, ele ainda reforça: é possível, sim, construir maiorias a partir de uma negociação racional e sem fisiologismo. Edição desta quarta-feira volta a conversar com a repórter especial Renata Cafardo sobre os desdobramentos do pedido do Ministério da Educação para que as escolas coloquem as crianças perfiladas para cantar o hino nacional. Ela explica que o MEC reajustou o teor do email, mas que a orientação ainda está mantida – e por isso, poderá ser objeto de questionamentos jurídicos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A doutrina de Vélez Rodríguez: hino e slogan nas escolas
A coleção de excentricidades de certas alas do governo do presidente Jair Bolsonaro ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (25). O Ministério da Educação enviou email para escolas públicas e particulares pedindo que os alunos fossem gravados cantando o hino nacional, perfilados diante bandeira brasileira. Os vídeos deveriam ser enviados ao governo. A revelação foi feita pela repórter especial do Estadão, Renata Cafardo, convidada de hoje do programa. Ela relata mais detalhes da medida e como ela foi recebida pelo meio educacional. Além de um sentimento generalizado de incredulidade, conta Renata, o MEC estaria sujeito a uma série de processos judiciais por conta desta orientação – tanto pelo seu teor, quanto pelo fato das crianças serem gravadas sem autorização prévia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Edição Extra: Oscar perdeu uma grande chance de ser ousado
A edição de número 91 do Oscar deu a 'Green Book' o principal prêmio da noite: o de melhor filme. Havia uma expectativa de que a Academia pudesse dar um passo mais arrojado e consagrar longas como 'Pantera Negra' ou 'Roma'. Mas se preferiu escolher um retrato mais convencional, do ponto de vista de linguagem, e mais conciliador em sua temática - quando aborda o racismo. Spike Lee, premiado na noite pela direção de 'Infiltrado na Klan', deu as costas ao palco quando a equipe de 'Green Book' subiu para receber o prêmio. De Los Angeles, o editor do 'Caderno 2', Ubiratan Brasil, faz um balanço da premiação, que ainda pulverizou suas estatuetas para outros destaques desta temporada, como 'A Favorita', 'Vice', 'Roma' e 'Bohemian Rhapsody'. Ouça nesta edição extraordinária do 'Estadão Notícias'.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Da Antártida, repórter diz como é a nova estação brasileira
Episódio que abre a semana aqui do nosso podcast ataca três temas. Acompanhando a crise na fronteira com a Venezuela, tanto do Brasil, quanto da Colômbia, vamos entender qual é o real poder de fogo das Forças Armadas comandadas pelo presidente Nicolás Maduro. Para isso, ouvimos o jornalista Roberto Godoy – especialista em Defesa e estratégia militar. Edição desta segunda ainda vai à Antártida e ouve o depoimento da editora do Estadão, Luciana Garbin, sobre a nova estação brasileira no continente gelado. Sete anos depois do incêndio que destruiu 70% das instalações, uma nova e moderna estrutura foi erguida, tendo a China como executora da obra. A inauguração está prevista para o próximo verão, apesar de sua conclusão ser agora em meados de março. Por fim, programa ainda discute o modelo de financiamento eleitoral e partidário. O caso do “laranjal do PSL” demonstra que a troca pelo fundo público esteve longe de coibir práticas corruptas. Segundo o advogado Marcelo Issa, do Movimento Transparência Partidária, a fiscalização é muito falha e a punição praticamente inexistente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #51: #StartEldorado
Inteligência artificial, análise de dados e de imagens (video analytics) são tecnologias já utilizadas para direcionar promoções, diminuir filas, gerenciar estoques e otimizar negócios na era da informação. Saiba mais na conversa com André Campos, diretor de TI da rede Assaí/GPA e Alexandre Soyama, head de soluções e negócios da NEC Brasil. A apresentação é de Daniel Gonzales. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 22h, Eldorado FM (107,3 FM - SP).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil vai à guerra na Venezuela?
Às vésperas da entrega de ajuda humanitária à Venezuela, o grau de tensão nas áreas de fronteira com o país subiu consideravelmente. O acesso ao Brasil foi fechado ontem (21) após ordem do presidente Nicolás Maduro. Blindados foram enviados à região numa tentativa de impedir a entrada dos suprimentos enviados pelos EUA. O governo do presidente Jair Bolsonaro manteve a missão humanitária, mesmo com o fechamento da fronteira. De acordo com o jornalista Roberto Godoy, especialista em segurança e estratégia militar, o Brasil irá manter uma posição de não intervenção, além de aumentar o reforço militar na fronteira, ainda que o governo não confirme. Ele avalia, porém, que a depender do comportamento das tropas venezuelanas na fronteira, um cenário de conflito poderá ser suscitado, especialmente com a Colômbia. E o Brasil, também pode reagir? Ouça análise completa no episódio de hoje. A correspondente do Estadão nos EUA, Beatriz Bulla, relata como o governo americano de Donald Trump tem monitorado a crise na região.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reforma em detalhes: o plano econômico, os desafios políticos
A proposta da reforma da Previdência foi entregue ontem pelo governo Bolsonaro ao Congresso. Com um texto arrojado, ela permite um importante impacto fiscal nos cofres públicos, gerando uma economia na ordem de R$ 1 trilhão no prazo de dez anos, e busca ser mais equânime em sua lógica de arrecadação e distribuição dos benefícios. Episódio de hoje avalia os principais pontos do projeto numa conversa com o editor de economia do Broadcast, Fernando Nakagawa. Avaliamos também o aspecto político envolvido na tramitação da reforma. De que forma o governo Jair Bolsonaro conseguirá aprová-la? Ministros e líderes do governo têm mostrado dificuldades na articulação política, principalmente com os parlamentares que não foram contemplados com cargos públicos pelo governo. Um exemplo de como a relação pode ser espinhosa é a recente derrota na Câmara dos Deputados em que se derrubou o decreto sobre sigilo em documentos públicos. Diante disso, qual será a estratégia do governo federal? Manter a sua política de não institucionalizar o “toma lá da cá” ou ceder à velha política de negociação com os parlamentares? Conversamos com a editora do Broadcast Político da Agência Estado, Clarissa Oliveira, sobre o assunto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro esqueceu de fazer política?
O presidente Jair Bolsonaro vai levar hoje ao Congresso a proposta da reforma da Previdência. É o projeto que pode verdadeiramente dar uma nova guinada ao governo, já que seus efeitos tendem a criar um ambiente econômico extremamente positivo para o País. A questão que se impõe é: existe hoje articulação política suficiente para que uma PEC seja aprovada? Em quase dois meses de gestão, Bolsonaro já teve que gastar parte de seu capital político por conta de interferências de um dos filhos na condução do governo. A formação de um ministério tomado de militares e a falta de uma base aliada sólida também podem vir a comprometer uma agenda tão desgastante e complexa como a Previdência. Teria Bolsonaro esquecido de fazer política? Analisamos o tema numa conversa com o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que fica da 1ª grande crise do governo Bolsonaro?
Caiu o primeiro ministro do governo do presidente Jair Bolsonaro. Era uma queda esperada e até anunciada, mas a crise estranhamente se prolongou por mais alguns dias. A demora pela exoneração aprofundou o desgaste e alimentou novas teorias da conspiração. Gustavo Bebianno, agora ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, deixa o Planalto com a suspeita de que tem revelações comprometedoras a fazer sobre Bolsonaro. Ninguém sabe ao certo o potencial deste passivo de uma relação construída ao longo de toda a campanha eleitoral. E se ele de fato existe. O futuro alvo de Bebianno talvez não seja o presidente, mas seu filho, Carlos, desafeto declarado e pivô desta crise que terminou em demissão. Episódio de hoje analisa os desdobramentos desta convulsão palaciana numa conversa com jornalistas do Estadão: o editor executivo Alberto Bombig, responsável pela Coluna do Estadão, e a colunista Eliane Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que Bolsonaro despreza a imprensa?
O presidente Jair Bolsonaro não gosta da imprensa. Ou melhor, não costuma reconhecer o valor institucional do trabalho jornalístico como um dos pilares da democracia. Mesmo depois da campanha eleitoral, mantém a crença de que a comunicação direta, sem intermediação, será suficiente para informar a sociedade de sua agenda pública– as redes sociais cumpririam este papel. Curioso é notar que boa parte das crises e desgastes do governo até agora tem como natureza o comportamento desenfreado em posts virulentos no Twitter. Afinal, por que Bolsonaro lida tão mal com jornalistas e os veículos que os representam? Conversamos sobre o tema com o professor da ECA (USP), Eugenio Bucci, convidado do episódio de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESPECIAL: Tecnologia #50 #StartEldorado
Conheça as inovações tecnológicas que já auxiliam milhares de pacientes e os profissionais de saúde, na conversa com Carlos Zago, fundador e CEO da consultoria de inteligência Innovster, e José Albani Carvalho, diretor da Stefanini Health. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo desenha reforma “com gordura”
Com o retorno do presidente Jair Bolsonaro a Brasília, o texto final da reforma da Previdência começa a ganhar forma. Alguns pontos já foram definidos, entre eles o mais polêmico, a idade mínima. Será de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Na negociação com o presidente, o ministro da economia, Paulo Guedes, apesar de ceder neste aspecto, conseguiu o que mais perseguia: a economia de R$ 1,1 trilhão num prazo de dez anos – fundamental para o equilíbrio das contas públicas. Para isso, os prazos para transição serão mais curtos: 10 anos para homens e 12 para mulheres. As sinalizações dadas pelo governo sobre a reforma animaram o mercado, com a Bovespa batendo quase os 100 mil pontos. Apesar do otimismo, o caminho a ser percorrido até uma possível aprovação será árduo. Debatemos o tema no episódio de hoje numa conversa com a editora do Broadcast em Brasília, Silvia Araujo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo vai destravar com retorno de Bolsonaro?
Após 17 dias de internação no Hospital Albert Einsten, em SP, o presidente Jair Bolsonaro recebeu alta e, agora, está de volta ao Palácio do Planalto, em Brasília. Ainda que tenha exercido funções administrativas de dentro hospital, Bolsonaro não conseguiu evitar uma certa paralisia do governo neste período, em especial sobre a conclusão de uma proposta final para a reforma da Previdência. A partir de agora, o presidente será testado exaustivamente em sua liderança, já que precisa conciliar expectativas da equipe econômica e política, estabelecer uma articulação eficaz junto ao Congresso e, de quebra, aparar arestas internas, como as desavenças entre seu filho, Carlos Bolsonaro, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. Os desafios que lhe aguardam não são nada simples. Conversamos sobre o tema com o cientista político Humberto Dantas, convidado do episódio de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carvalhosa: "Senado e STF vivem jogo de gato e rato"
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretendia investigar o ativismo judicial de cortes superiores foi arquivada após alguns senadores retirarem suas assinaturas. São eles: Tasso Jereissatti (PSDB-CE), Katia Abreu (PDT-TO) e Eduardo Gomes (MDB-TO). Reportagem do Estadão revelou que ministros do Supremo articularam nos bastidores para que a CPI não fosse adiante. O jurista Modesto Carvalhosa, convidado da edição de hoje do programa, lamenta episódio e lembra que é parte da missão do Legislativo fiscalizar a conduta do Poder Judiciário. Para Carvalhosa, existe uma “seletividade” do STF na escolha do que é julgado e processado. Ainda dentro desta relação conflituosa entre os Poderes, o STF começa a julgar hoje alguns temas vinculados à pauta de costumes, como a criminalização da homofobia. Segundo relata o repórter Rafael Moraes Moura, temas sensíveis como esse colocarão o Supremo em rota de colisão com o Congresso Nacional, notadamente mais conservador.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A lacuna que deixa Boechat
Episódio de hoje colhe depoimentos de jornalistas do ‘Estado’ e da Rádio Eldorado sobre a morte de Ricardo Boechat, âncora da Band e da rádio BandNews, vítima fatal de um trágico acidente aéreo ocorrido ontem (11). Alexandre Garcia, Eliane Cantanhêde, Roberto Godoy, Marcelo de Moraes, Alberto Bombig e José Nêumanne Pinto falam sobre a importância do jornalista, desde seus tempos de impresso, passando inclusive pelo Estadão, até a condução de programa matinal em rádio. O ‘Acervo Estadão’ também participa deste podcast e relembra quando Boechat ganhou prêmio Esso em reportagem feita para este jornal. O ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira ainda conversa com a repórter Tânia Monteiro sobre atuação do Palácio do Planalto em tentar se blindar de críticas da Igreja Católica. No último domingo, o Estado revelou que o governo quer neutralizar a ação do que chama de “clero progressista”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Confiança no vice Mourão já estaria abalada?
A lenta recuperação do presidente Jair Bolsonaro após cirurgia para retirada da bolsa de colostomia, em SP, gerou um desgaste inesperado: por que o vice Hamilton Mourão (PRTB) não poderia assumir por mais alguns dias as funções de Chefe do Executivo? Ficou evidente que há uma desconfiança em relação ao general, alimentada por bolsonaristas como o filósofo Olavo de Carvalho e os próprios filhos do presidente, em especial Eduardo Bolsonaro. Desde que tomou posse, Mourão não tem sido um “vice decorativo”: demonstrou discurso independente, além de atender a imprensa com mais frequência. O repórter de “Política”, Pedro Venceslau, convidado do episódio de hoje, relata que certas declarações dele despertaram a ira dos evangélicos – um dos mais importantes setores da base de apoio de Bolsonaro. Qual seria o tamanho do descompasso de Mourão com o governo? Ou tudo não passa de mais uma narrativa paranoica do clã Bolsonaro? Vamos buscar a refletir sobre essas questões no programa de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESPECIAL: Tecnologia #49 #StartEldorado
Saiba como empresas devem processar e tratar dados pessoais e usar tecnologias de inteligência artificial para extrair informações deles mantendo-se a privacidade de clientes e empresas, na conversa com o especialista em direito digital Leandro Bissoli e com a diretora jurídica da NEC, Ana Maria Ravaglia Duarte. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Clubes brasileiros não cuidam de suas ‘joias’
Episódio especial deste sábado propõe uma reflexão sobre a tragédia ocorrida com os garotos da base do Flamengo, após um incêndio ocorrido no Centro de Treinamento Ninho do Urubu. O fogo ceifou a vida de jovens, que vinham de diversas partes do país, e sonhavam com o futebol profissional em um clube grande. O caso trouxe à tona a estrutura dada por esses times as chamadas “joias” do futebol. No clube carioca, os garotos dormiam em containers, enquanto os profissionais tinham quartos com as mais diversas regalias. Para Raphael Ramos, da editoria de Esportes do Estadão, enquanto não houver fiscalização e punição, os clubes vão manter a pouca estrutura que dão aos seus atletas e destaca que o incêndio no CT do Flamengo deve ser tratado como crime.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carteira verde e amarela proposta por Guedes pode funcionar?
Em meio ao início do processo de finalização de um texto para a reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, avançou mais alguns passos na agenda do desenvolvimento para o País. Falou em na criação de um novo regime trabalhista. Classificou a atual legislação como um conjunto "fascista" de leis ultrapassadas que não serviriam mais para garantir o emprego dos mais jovens. Guedes sugeriu implementar uma nova carteira de trabalho, a verde e amarela, com menos direitos, mas, segundo ele, com maior potencial de empregabilidade. A proposta faz sentido? A recente reforma aprovada e colocada em vigor no governo Michel Temer já não teria condições de corrigir tais distorções? Conversamos sobre o tema com um especialista no assunto, o professor de direito do trabalho da PUC-SP, Ricardo Freitas Guimarães. Edição desta sexta-feira ainda bate um papo com o editor do Caderno 2, Ubiratan Brasil, sobre os filmes indicados ao Oscar que estão em cartaz no circuito comercial dos cinemas do Brasil. A premiação será no dia 24 deste mês, em Los Angeles, nos EUASee omnystudio.com/listener for privacy information.

Qual impacto político da nova condenação de Lula?
A situação penal do ex-presidente Lula se agravou consideravelmente ontem após a juíza federal Gabriela Hardt condená-lo a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do sítio de Atibaia (SP). Lula já cumpre pena de 12 anos e um mês pelo caso do tríplex no Guarujá. Apesar de esperada por dirigentes petistas e pela própria defesa do ex-presidente, a nova sentença impõe rumos muito nebulosos para uma possível saída da cadeia, isso sem contar o impacto político propriamente dito. O PT não vai abandonar Lula, tampouco vai arrefecer a narrativa da perseguição, de acordo com apuração do repórter de ‘Política’ Ricardo Galhardo, ouvido neste episódio. Segundo ele, Lula continua sendo a principal voz de comando do partido, mesmo estando preso. Programa ouviu também o repórter Ricardo Brandt, que está em Curitiba, sede da 13ª Vara Federal, e comenta sobre o teor da decisão da juíza Gabriela Hardt. Edição desta quinta-feira ainda traz o relato da correspondente do Estadão nos EUA, Beatriz Bulla, sobre os encontros e declarações do ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo em Washington. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os desafios do STF e a dura reforma de Guedes
A “carta de intenções” apresentada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli, na abertura dos trabalhos do Judiciário em 2019, busca afastar a impressão recorrente – e fundamentada – de uma Corte Suprema dividida e perigosamente politizada. Fato é que nos últimos anos o comportamento STF esteve longe de representar segurança jurídica e solidez institucional. O que leva a crer que 2019 pode significar uma mudança de patamar, já que os atores são os mesmos? Debatemos o assunto no episódio de hoje com o professor de Direito da Faap, Luiz Fernando do Amaral. Edição desta quarta-feira ainda tenta descomplicar o teor da proposta da reforma da Previdência elaborada pela equipe econômica do ministro da Economia, Paulo Guedes. O tema pode ser complexo, mas é vital para o futuro do País e mexe diretamente com todos os brasileiros. Quem explica os detalhes este novo texto é o editor do Broadcast da Agência Estado, Fernando Nakagawa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Qual é a chance de sucesso do pacote de Moro?
O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, apresentou ontem a governadores um pacote com propostas de endurecimento no combate à corrupção e a criminalidade. As alterações mexeriam em 12 leis do Código Penal, Código de Processo Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos e Código Eleitoral. Esse é um importante passo para que o ex-juiz coloque em prática a agenda de melhoria na segurança do País, um dos temas centrais da agenda do presidente Jair Bolsonaro. É claro que o pacote de medidas causou controvérsias e está longe de consensos. Ouvimos aqui no programa a análise de Conrado Gontijo, criminalista e professor de Direito Penal do Instituto de Direito Público de SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Marcos Pontes: “Acredito em Deus, mas não misturo com ciência”
Edição desta segunda-feira (04) apresenta uma entrevista com o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes. Ele atendeu nossa reportagem ainda em visita a Israel, em missão para mapear técnicas de dessalinização e reutilização de água que poderiam ser adotadas em território brasileiro. O astronauta fez uma defesa enfática da ciência em contrapartida às narrativas de pendor ideológico que têm ganhado expressão em setores do governo Bolsonaro – e contaminado parte da sociedade. No âmbito da gestão da telecomunicação, Pontes confirmou que deve autorizar que as operadoras de internet de banda larga poderão criar planos com limites de franquia. A entrevista foi conduzida por Haisem Abaki e Carolina Ercolin. Programa de hoje ainda fala sobre o filme Vice e que tipo de impacto, seja político ou artístico, ele teve em solo americano. O longa-metragem recebeu oito indicações ao Oscar e retrata a biografia do ex-vice-presidente Dick Cheney. A conversa é com a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESPECIAL: Tecnologia #48 #StartEldorado
O Start Eldorado recebe a diretora de transformação digital da Nestlé, Carolina Seviciuc, e o CTO e co-fundador da Supermercado Now, Diego Kawaoka, que falam de uso de dados e melhoria de processos em favor do consumidor utilizando a tecnologia. A apresentação é de Daniel Gonzales e os comentários são de Renato Cruz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Editores do BR18 comentam eleições no Congresso
Apesar do País estar – e com toda razão – sensibilizado pelo drama humano da tragédia em Brumadinho, hoje as atenções precisarão ser divididas com o que vai se passar dentro do Congresso Nacional, em Brasília. Deputados e senadores, eleitos em outubro do ano passado, tomam posse oficialmente. Para além da solenidade em si, os parlamentares vão eleger os presidentes das duas Casas, processo que acaba definindo o mapa do poder no Legislativo. E, com isso, definindo também como será a relação com o governo de Jair Bolsonaro e sua agenda prioritária. Na Câmara, o cenário está mais decidido, com deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) despontando como franco favorito. Já no Senado, paira a dúvida se Renan Calheiros (MDB-AL) vai conseguir mesmo emplacar o “penta” na presidência. Debatemos este tema no programa de hoje com os editores do “BR18”, Vera Magalhães e Marcelo de Moraes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil não conhece a situação de suas barragens
Após a tragédia ocorrida em Brumadinho, Minas Gerais, muito se questionou o porquê a empresa Vale e os governos Estadual e Federal não tomaram atitudes preventivas contra desastres envolvendo barragens de mineração, depois do ocorrido em Mariana, também em Minas Gerais. Nos dois casos as barragens eram do tipo “a montante” que são consideradas pelos especialistas como a menos segura, tanto que países como o Chile proibiram o uso do método. Segundo o especialista em barragens e presidente da Federação Brasileira de Geólogos, Fabio Augusto Reis, este tipo de técnica é problemática e deveria ser proibida no Brasil. Mas esse não é o único problema envolvendo as barragens no país, seja de mineração ou de água. No Brasil, há apenas 35 funcionários para fiscalizar quase 800 barragens de rejeitos de minérios, segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM). De acordo com o presidente da Federação Brasileira de Geólogos, Fabio Augusto Reis, algumas unidades da ANM não têm dinheiro para o combustível das viaturas fiscalizadoras. O especialista em barragens cita o exemplo do estado de São Paulo, que conta com mais de 7 mil barragens, a maioria de água, e tem apenas 19 funcionários para verificar a situação dessas estruturas. Por lei, as responsáveis pelas barragens são as empresas, que devem passar para os órgãos fiscalizadores as situações das estruturas. No entanto, o professor Fabio Augusto Reis informa que o sistema nacional recebeu dados de apenas 190 barragens das 7 mil que existem no estado de São Paulo, e dessas, somente 7 foram reportadas com a categoria de risco. “Está ocorrendo um problema”, conclui. Este programa é publicado de segunda a sexta-feira, sempre às 6 da manhã no portal do Estadão e disponível nas principais plataformas para podcasts: iTunes, Spotify, Deezer, Google Podcasts e qualquer agregador.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo vai se aliar a Renan Calheiros no Senado?
O senador Renan Calheiros, do MDB, é o personagem central do episódio de hoje. Prestes a iniciar seu quarto mandato, o político alagoano tenta se viabilizar mais uma vez como candidato à presidência do Senado - ele já chefiou o Congresso por outras quatro vezes. Trava uma batalha interna com Simone Tebet, do Mato Grosso do Sul. A definição sobre quem será o postulante deve sair até amanhã (31). Renan é habilidoso, experiente, tem trânsito por vários partidos. E surge até como um possível aliado do Planalto para ajudar na defesa do novato Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente, abatido por diversas denúncias. Por outro lado, Renan seria um aliado capaz de bancar a nova (e dura) proposta de reforma da Previdência que deve vir por aí? E mais: como explicar para o eleitorado que elegeu Bolsonaro, seduzido por um discurso contra a “velha política”, que o mais novo parceiro do governo é Renan Calheiros? Discutimos esse tema numa conversa com o editor executivo do Estadão, Alberto Bombig, o mais novo responsável pela ‘Coluna do Estadão’.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil à mercê de novas tragédias
A tragédia em Brumadinho (MG) tem escancarado o grau de negligência e descaso de autoridades em relação ao potencial de risco de uma barragem de rejeitos de mineração. São inúmeros os fatores, de ordem técnica e política, que contribuíram para a consumação de uma catástrofe deste nível. Mesmo com todos os alertas emitidos, mesmo com o desastre em Mariana três anos antes. O advogado Marcellus Ferreira Pinto, consultor da Unido (Agência de Desenvolvimento Industrial da ONU), foi um dos representantes da sociedade civil que tentou, em vão, cobrar atitudes concretas da administração pública para se evitar novas tragédias. Hoje ele relata para este programa não só sua frustração, como cobra punições na esfera penal para os responsáveis, defende a quebra de monopólio da Vale e alerta: “outras barragens se romperão, mais cedo ou mais tarde".See omnystudio.com/listener for privacy information.

A tragédia de Brumadinho
Passados três anos do desastre ambiental em Mariana (MG), o roteiro se repete mais uma vez: uma barragem de rejeitos de mineração se rompe, destrói tudo que vem pela frente e promove uma verdadeira catástrofe. Dezenas de mortes são contabilizadas. Somam-se as perdas humanas os prejuízos ambientais, sociais e econômicos. Por que o evento em Mariana não foi suficiente para se evitar novas tragédias? De quem é a culpa? Debatemos o tema no programa de hoje numa conversa com a repórter de Meio Ambiente, Giovana Girardi. See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESPECIAL: Tecnologia #47 #StartEldorado
O Start Eldorado apresenta um panorama sobre as smart cities (cidades inteligentes e conectadas) e a importância da tecnologia para os cidadãos, na conversa com Pedro Soethe, da Autodesk, e Pedro Guedes, da FIA Business School. A apresentação é de Daniel Gonzales e os comentários são de Renato Cruz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que espera Bolsonaro na volta ao Brasil?
O que o presidente Jair Bolsonaro vai encontrar no Brasil quando voltar de Davos? O assunto mais espinhoso a ser enfrentado é o que envolve seu filho e senador eleito, Flávio Bolsonaro, e o ex-assessor Fabrício Queiroz. De acordo com Rafael Cortez, cientista político da Tendências Consultoria, o diálogo com o novo legislativo, que assume em fevereiro, também será importante para aprovação das reformas. No entanto, segundo o especialista, as eleições do Senado e da Câmara serão cruciais para criar a base de apoio para votar essas propostas. E ainda, o governo amplia o número de servidores federais que podem aumentar o sigilo de informações. Antes, somente o presidente, vice, ministros e comandantes das Forças Armadas poderiam classificar como “ultrassecreta” uma informação e torná-la pública após 25 anos. Agora, chefes de órgãos públicos ligados aos ministérios poderão usar deste recurso. Apesar do governo afirmar que a medida vai diminuir a burocracia para os que solicitam dados através da Lei de Acesso à Informação, a advogada e especialista em administração pública, Mônica Sapucaia Machado, afirma que a medida fere o direito do brasileiro em ter acesso ao que acontece nas estruturas governamentais. Este programa é publicado de segunda a sexta-feira, sempre às 6 da manhã no portal do Estadão e disponível nas principais plataformas para podcasts: iTunes, Spotify, Deezer, Google Podcasts e qualquer agregador.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lacuna institucional atinge a Venezuela
A Venezuela vive nas últimas horas um cenário de incertezas sobre o seu futuro. O líder opositor Juan Guaidó se declarou presidente interino durante as manifestações pela renúncia de Nicolás Maduro em Caracas. Após o anúncio, diversos países passaram a reconhecer Guaidó como o novo líder do país, entre eles, Brasil e Estados Unidos. Os americanos, por exemplo, foram enfáticos ao dizer que "se o regime venezuelano decidir causar danos a qualquer membro da oposição todas as opções estão sobre a mesa". O presidente Jair Bolsonaro também manifestou seu apoio a Guaidó. Para o Coordenador do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional do Instituto de Relações Internacionais (Gacint) da USP, Alberto Pfeiffer, o apoio da China e da Rússia será fundamental para Nicolás Maduro se manter no poder, mas a atitude pode causar o isolamento do país perante o bloco. O especialista não acredita em uma intervenção militar, mas o povo nas ruas pode mudar os rumos do país sul-americano. Alberto Pfeiffer acredita que Brasil e Venezuela estão próximos do rompimento diplomático. Este programa é publicado de segunda a sexta-feira, sempre às 6 da manhã no portal do Estadão e disponível nas principais plataformas para podcasts: iTunes, Spotify, Deezer, Google Podcasts e qualquer agregador.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro abre as portas do Brasil para os negócios
Jair Bolsonaro faz o seu primeiro discurso para o mundo no Fórum Econômico, em Davos, abandonando o populismo e abrindo as portas do Brasil para os negócios. Mais centrado, o presidente utilizou apenas 6 dos 30 minutos a que tinha direito para falar também de combate à corrupção e meio ambiente. Uma certa frustração ocorreu ao não se detalhar a questão das reformas, principalmente, da previdência, e nem de que forma o governo pretende equilibrar o agronegócio com a preservação da natureza. Na parte de cultura e entretenimento, vamos falar dos indicados ao Oscar deste ano. Para o editor do caderno 2, Ubiratan Brasil, a academia de Hollywood passou um recado político ao colocar um filme mexicano em 10 categorias. Este programa é publicado de segunda a sexta-feira, sempre às 6 da manhã no portal do Estadão e disponível nas principais plataformas para podcasts: iTunes, Spotify, Deezer, Google Podcasts e qualquer agregador.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Qual será o Brasil apresentado em Davos?
Qual o Brasil que será mostrado pelo presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico em Davos, na Suíça? A expectativa é que o chefe do estado brasileiro abandone o seu discurso extremista e apresente um país mais liberal para o mundo. Na sua chegada a cidade suíça, Bolsonaro disse que vai mostrar que o Brasil mudou. Mas enquanto Bolsonaro tentará passar uma imagem menos extremista para o mundo, seu ideólogo Olavo de Carvalho, se encontrou com o ex-estrategista da campanha de Donald Trump, Steve Bannon. Conhecido por estimular lideranças de direita pelo mundo, Bannon mostrou algumas preocupações em relação as políticas econômicas propostas por Paulo Guedes. Segundo a corresponde do Estadão nos Estados Unidos, e que esteve neste encontro, Beatriz Bulla, o estrategista americano tem interesse em saber como vai funcionar o governo Bolsonaro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Marcelo Rubens Paiva: ‘Nem Marx, nem Darwin. Para explicar o Brasil de hoje, só Freud’
O episódio desta segunda-feira, 21, ouve o escritor e dramaturgo Marcelo Rubens Paiva, colunista do Estado. Para ele, o governo de Jair Bolsonaro (PSL) tenta encontrar no marxismo um culpado para conseguir se manter no poder. Na entrevista à jornalista Carolina Ercolin, o autor de O Orangotango Marxista, romance que apresenta um olhar irônico sobre a evolução da humanidade, argumenta que ciência e religião não devem se misturar. O escritor também critica o papel da oposição após as eleições 2018 ao classificá-la como “fraca e derretida”. No entanto, enxerga no ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB) um nome capaz de juntar os cacos de setores da esquerda. Na avaliação de Paiva, a obra do neurologista Sigmund Freud, considerado o "pai da psicanálise", traduz melhor o Brasil de hoje do que a do naturalista britânico Charles Darwin ou a do revolucionário alemão Karl Marx.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESPECIAL: Tecnologia #46 #StartEldorado
A chamada IoT ja muda a realidade dos negócios e vai impactar de maneira mais intensa nossa vida doméstica. Entenda como na conversa com Mônica Tyszler, do SAS, e Miguel Genovese, da PwC. A apresentação é de Daniel Gonzales e os comentários são de Renato Cruz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No templo da globalização, Bolsonaro será nacionalista?
A retórica nacionalista a la Donald Trump, tão presente nas inúmeras declarações públicas de Jair Bolsonaro até agora, terá espaço no Fórum Econômico Mundial, em Davos? Com a ausência de importantes líderes mundiais no encontro, como a do próprio presidente americano, o discurso do novo Chefe do Executivo brasileiro se tornou uma das principais atrações do evento. “Todos querem saber o que pensa o Brasil, o que pensa Bolsonaro”, descreve o correspondente do Estadãona Suíça, Jamil Chade, convidado do episódio de hoje. Jamil fala não apenas sobre a expectativa da estreia internacional de Bolsonaro, mas também relata como o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, se tornou um dos protagonistas brasileiros no encontro que reúne a elite financeira internacional. O correspondente também resgata algumas curiosidades históricas do evento, que já teve Marcelo Odebrechet como co-presidente de Davos para América Latina, premiou o ex-presidente Lula como “estadista do ano” e ainda contou com patrocínio da Petrobrás para uma campanha sobre ética e transparência nos negócios.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Era Bolsonaro inaugura liberalismo tupiniquim
O episódio de hoje mergulha nos conceitos das políticas liberais que vão muito além do debate econômico atual. A jornalista Carolina Ercolin entrevista o professor Eduardo Wolf, doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo e um dos editores do podcast Estado da Arte. Ele aponta as peculiaridades do liberalismo brasileiro em relação à origem inglesa, elementos que, segundo ele, levaram o País a um movimento explosivo nas urnas em 2018: a onda antipetista. O governo Jair Bolsonaro (PSL) ainda importa de fora da América Latina, mais precisamente dos Estados Unidos de Donald Trump, teorias conspiratórias sobre o chamado “marxismo cultural” que crescem dentro das “bolhas sociais”, explica Wolf. See omnystudio.com/listener for privacy information.