
Deu Tilt
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IA está nos deixando burros?; Nova estratégia para regular as redes; Google vai vender o Chrome?
A IA generativa está nos deixando mais burros? Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz respondem a essa pergunta e falam também sobre a nova estratégia do Governo Federal para a regulação das redes depois do fracasso do PL das fake news, discutem se o Google será realmente obrigado a vender o Chrome e se estamos diante de uma guerra dos browsers, essa tecnologia aparentemente fora de moda, mas que está na mira de muitas big techs.
Guilherme Cintra fala sobre Educação, Tecnologia e os riscos e vantagens do uso da IA na escola
Guilherme Cintra, diretor de Inovação e Tecnologia da Fundação Lemann, é formado em Economia e começou sua carreira dando aula de matemática para alunos de escolas públicas. Com essa experiência, descobriu que há diferentes caminhos para chegar ao conhecimento. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Cintra conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz sobre sua visão de inovação e da tecnologia como ferramentas para escalar a qualidade educacional e sobre os riscos e benefícios do uso da IA em sala de aula.
Iberê, do Manual do Mundo, fala sobre as transformações no YT, recordes e propostas de publicidade
Em 2008, o jornalista Iberê Thenório criou, junto com sua esposa Mariana Fulfaro, o que hoje é considerado o maior canal de ciências do YouTube Brasil. Com mais de 19 milhões de inscritos, o Manual do Mundo começou sua jornada quando tudo era mato na internet. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Iberê Thenório conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz sobre as transformações que presenciou em 17 anos na plataforma de vídeos, fala sobre o assédio das emissoras de TV aos youtubers, os recordes batidos no Guinness Book e sobre como paga as contas com a internet.
WhatsApp lendo suas mensagens?; De onde virão os R$ 2 tri para data centers?; ChatGPT puxa-saco
Durante a última LlamaCon, a conferência da Meta, a empresa divulgou uma nova funcionalidade para o Whatsapp, disponível, por enquanto, apenas nos EUA: o resumo de conversas. A proposta é boa e capaz de facilitar a vida dos usuários, mas levanta questões relacionadas à privacidade e à segurança. Para minimizar riscos, a Meta pretende usar uma abordagem chamada de “processamento privado”, que prevê o envio de mensagens criptografadas para um servidor que executa a função de IA e devolve a mensagem para o celular, deixando o conteúdo “fora” do aparelho pelo menor período de tempo possível. O sistema está disponível para pesquisadores e auditores fazerem testes de vulnerabilidade - uma abertura inédita por parte da Meta - mas vale lembrar que tanto a criptografia de ponta a ponta, quanto conversas que não passam pelos servidores do Whatsapp sempre foram paradigmas do aplicativo, que agora serão colocados em xeque.
Facebook sem Instagram e WhatsApp; Musk, Bezos e chineses: satélites no Brasil; A onda do ‘vibe coding’; Algoritmos para a vida
A Meta enfrenta um julgamento que decidirá se ela possui o monopólio das redes sociais pessoais e se a compra de Instagram e WhatsApp contribuiu para isso ao tirar do mercado dois fortes concorrentes. Caso condenada, a empresa de Mark Zuckerberg pode ser obrigada a se desfazer dos dois aplicativos. Se tiver de acontecer, esse negócio vai mudar o mundo da tecnologia como o conhecemos. Mas outra decisão teria causado impacto imprevisível e inevitável: e se o Facebook não tivesse adquirido Instagram e WhatsApp? No novo episódio de Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversam sobre o universo das redes sociais que poderia ter sido.
O paradoxo elétrico da IA; Chips ‘made in USA’; Os maus negócios de Musk; Black Mirror
No ritmo atual, a inteligência artificial vai ser responsável pelo consumo de 3% de toda a eletricidade do mundo em 2030, nos cálculos da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). O volume é equivalente à energia elétrica consumida pelo Japão por todo ano. “Daqui a 5 anos, ao atingir esses 3% de consumo, a IA vai se igualar à aviação civil, que é usada por muito mais pessoas do que quem usa IA", diz Helton Simões Gomes. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton e Diogo Cortiz explicam a solução paradoxal proposta pela IEA para reduzir a conta de luz gerada pela IA. Quando o assunto é chip, o mundo vai em uma direção, e o Brasil segue o caminho inverso. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como, Na corrida pela soberania da inteligência artificial, os Estados Unidos têm brigado para produzir em seu território os poderosos semicondutores necessários à tecnologia, enquanto o Brasil dá à CEITEC, principal empresa de chips do Brasil e única fábrica da América Latina, um destino para lá de incerto.
Trump mira China e acerta celular do Brasil; teste de Turing?; Meta no banco dos réus
O tarifaço promovido pelo presidente Donald Trump mirou a China, mas acabou atingindo o iPhone, um dos produtos mais simbólicos do capitalismo e que deve ficar mais caro. Após detectar a besteira, a Casa Branca tentou consertar e aplicou exceções tarifárias para importação de smartphones. A emenda não durou muito, e logo veio o anúncio de que a exceção é temporária. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Gomes explicam como a guerra comercial contra a China pode afetar o mercado de smartphones no Brasil, em meio a uma complexa dança das cadeiras. Com a invasão das chinesas (metade das vendedoras no país) e a explosão do mercado cinza, o cenário local pode agora enfrentar uma dinâmica maluca de preços.

Novo podcast "Neymar" | Teaser
Novo podcast UOL Prime revela como Neymar e seu pai construíram um império bilionário. A série mostra como o astro do futebol se tornou não apenas um dos maiores jogadores do mundo, mas também um produto bilionário que transformou todos os membros de sua família em celebridades globais. A equipe do UOL teve acesso documentos exclusivos dos últimos 10 anos, como trocas de e-mails, conversas de whatsapp e contratos publicitários. Com narração de Juca Kfouri e Pedro Lopes, o podcast é o resultado de pesquisas em mais de 6 mil páginas de documentos e contratos somados a 15 horas de depoimentos exclusivos. Estreia dia 22 de abril no youtube do UOL Prime e em todas as plataformas de podcast.
A ‘energia masculina’ de Zuckerberg, a saída da head da Meta e as Big Tech nas eleições de 2026
Assim que Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou maior descontrole sobre o que é publicado no Facebook, Instagram e Threads, uma onda de surpresa circulou entre funcionários da empresa. Para alguns, o espanto virou indignação. Tanto que alguns deles deixaram a empresa silenciosamente. Outros preferiram falar. É o caso de Daniela Scapin. Até então head de políticas públicas do WhatsApp no Brasil, ela pediu demissão por discordar do fim do programa de checagem de fato, da moderação automática de posts controversos e do retorno de posts políticos às plataformas. Mas não ficou em silêncio. "Há um limite. Algumas coisas são inaceitáveis", conta Scapin em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. Nesse episódio, ela explica como a empresa aderiu rapidamente a Donald Trump, o que isso significa para usuários, como o Brasil é central na discussão global sobre regulação de plataformas e o que esperar das eleições em 2026.
Big Tech e o plano dos EUA para IA; iPhones do Brasil com IA; Quando chega a IA geral? A crise de ansiedade da IA
Ainda que seja lar das empresas mais avançadas na corrida da inteligência artificial, os Estados Unidos não têm um plano federal para a tecnologia. China e União Europeia possuem estratégias para a área há anos e a estão tocando a todo vapor –o país asiático planeja atingir a soberania na IA em 2030. Para impedir a rival, a Casa Branca corre contra o tempo. Ao pedir ajuda, recebeu mais de 8,8 mil contribuições. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como para que lado Anthropic, Google (Alphabet), OpenAI, Meta e Microsoft querem levar o Plano de IA dos EUA. As Big Tech sugerem que o governo federal faça da IA assunto de segurança nacional. Isso envolve restringir o acesso de países a chips potentes, flexibilizar direitos autorais para treinar IA e até intervir na instalação de infraestrutura de outros países. A maior aposta da Apple para inteligência artificial chegou ao Brasil. É o Apple Intelligence, camada de funções para tornar diversas funções do iPhone mais espertas e alinhadas com a tecnologia da vez. Helton e Diogo contam quais funções do smartphone receberam aquele banho de IA. E avisam: quem espera um super-poder vai precisar repensar.
As meias-verdades do iPhone , o trabalho misterioso e a importância do prédio de Ruptura
Em todo 1º de abril, as empresas de tecnologia seguem a tradição e espalham mentiras do bem sobre seus produtos e serviços. Só que algumas verdades ditas no restante do ano não são lá muito confiáveis. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam as 5 mentiras e meias-verdades sobre bateria, câmeras de celular, lojas que usam inteligência artificial e a criação do iPhone. Cerca de 1 bilhão de pessoas já usa inteligência artificial do Google na hora de fazer pesquisas online. Ainda com potencial limitado, o AI Overview apenas insinua o poder da IA para o futuro do motor de buscas. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Google está dobrando a aposta com o AI Mode e o que isso quer dizer para quem está acostumado a navegar pela internet. A Microsoft anunciou que o Skype está com os dias contados. Como a aposentadoria desse serviço que mudou a internet, é hora de relembrar.
Chefe da CrowdStrike detalha vírus para iPhone, guerra cibernética, Pix e hackers brasileiros
Pesquisadores de segurança deixaram alarmados os donos de iPhones quando localizaram pela primeira vez um vírus "rouba-senha" no smartphone da Apple. Afinal, o iOS não era uma fortaleza? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, explica se essa segurança toda é real ou só lenda e conta novidades sobre como pode ter surgido o vírus que lê as imagens do iPhone. A CrowdStrike é uma das maiores empresas de cibersegurança do mundo. A vida do cibercriminoso não tem sido fácil. E os brasileiros têm inovado para conseguir se destacar. Em entrevista ao novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para Brasil e América Latina, conta como os hackers do país se especializaram em vender aos gringos um jeitinho para invadirem empresas brasileiras.
IA de raciocínio, os bilhões da Apple; ‘Última Prova da Humanidade’; a ‘arma importada’ do Brasil;
Se um dia você já ouviu que a inteligência artificial superou os seres humanos, os culpados são os testes de benchmark. Eles avaliam se os modelos são bons em programar, interpretar textos, fazer cálculos e uma infinidade de habilidades. E a “nota de corte” é a pontuação média de seres humanos. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam que, como a IA está avançando tão rápido, nós, humanos, estamos ficando sem ferramentas para medir o progresso desses robôs. Para contornar o entrave, mil cientistas de 500 instituições, presentes em 50 países, se uniram para construir um teste impossível de ser feito. É a “Última Prova da Humanidade”.
IA: União Europeia entra no jogo da inteligência artificial; Data Centers no Brasil, criptografia e+
Os Estados Unidos inovam, a China copia e a Europa regula. Usada durante muitos anos para resumir a dinâmica da tecnologia, a frase envelheceu mal. Se o país asiático deixou de há tempos ser o lar das falsificações para abrigar inovações de ponta, os europeus sinalizam que podem estar contados os dias do continente como legislador do mundo tech. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como a União Europeia trabalha para virar a terceira força da inteligência artificial e como essa mudança de foto pode complicar o Brasil.
DeepSeek x Qwen; o mistério dos cabos submarinos; Alibaba + Apple; IA com memória
Satélites, torres de telefonia e cabos de fibra óptica. Cruciais para a internet, essas são as infraestruturas de telecomunicação mais visíveis para a população. Mas nem de longe possuem a relevância dos cabos submarinos, distantes dos olhos por estarem no fundo dos oceanos e perto da internet: 95% da conexão do planeta trafega por eles. Mas há um mistério boiando: esses cabos estão sendo rompidos silenciosamente, e a comunicação entre países está sendo comprometida. O novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, explica quais são as hipóteses mais plausíveis e por que isso preocupa tanto a ponto de o sinal vermelho ter sido disparado na ONU e na OTAN.
S2 Ep 8Tigres e dragões da IA e regra na censura: As armas da China para dominar a tecnologia mundial
O DeepSeek surpreendeu o mundo. Muita gente viu nele uma evidência de um erro estratégico das Big Tech que investiram bilhões em capacidade de processamento. O DeepSeek, por sua vez, foi criado com menos recursos e mais criatividade, já que os desenvolvedores tiveram de rebolar para driblar a falta de acesso aos chips mais avançados. Foi uma vitória da China sobre os Estados Unidos, conta In Hsieh, consultor de negócios Brasil-China e fundador do Chinnovation, a Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. Neste episódio, o empresário que ajudou a trazer a Xiaomi ao Brasil e lidera missões de brasileiros para o país asiático conta como é efervescente o segmento de IA na China, que reúne mais de 20 empresas de ponta e ainda desconhecidas no Ocidente.

S3 Ep 7Criptomoedas: R$ 1 trilhão no Brasil; Trump e as meme coins; bitcoin e o BC
A chegada de Donald Trump à Casa Branca empolgou uma turma que geralmente vê com ressalva governos ou órgãos institucionais: donos de criptomoedas. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Fabrício Tota, o diretor de novos negócios do Mercado Bitcoin, conta o que o novo presidente dos Estados Unidos fez para ganhar a simpatia dessa comunidade tão cismada. Na receita estão ingredientes como a criação de um cargo chamado Czar cripto e a promessa da formação de uma reserva financeira em bitcoin. Mas não para aí.

S2 Ep 5‘Pai do Marco Civil da Internet’ analisa novo poder das Big Tech, STF e a dupla Zuckerberg e Musk
O advogado e professor Carlos Affonso Souza é um dos pais do Marco Civil da Internet. Uma década após entrar em vigor, a chamada “Constituição da internet brasileira” foi parar no banco dos réus do Supremo Tribunal Federal, que promove um julgamento para decidir se as plataformas da internet devem ser responsabilizadas por publicações de terceiros. Também colunista do UOL, Carlos Affonso analisa os efeitos dos votos dos ministros em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes.

S2 Ep 4Miguel Nicolelis fala sobre ‘chip do cérebro’, IA e o futuro sem futuro
O médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis é um dos pioneiros nas interações entre cérebro e máquinas. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele conta como uma pesquisa que começou com ratos bebendo água só com o poder da mente levou a pessoas tetraplégicas não só voltar a andar mas também recuperar os movimentos. Essas descobertas estão na origem da Neurolink, empresa do 'chip do cérebro' comprada por Elon Musk. Não à toa, três dos fundadores da companhia são ex-alunos de Nicolelis. Crítico da iniciativa, ele diz que a startup optou pelo "espetáculo", "foi para o lado que arrecada mais dinheiro" e "parece um açougue", devido à quantidade de animais mortos nos testes. E acrescenta: ser conduzida por engenheiros tira o foco dos benefícios médicos. Vira e mexe, algum cientista compara o desempenho do cérebro ao de um computador. A Caltech, universidade de renome dos EUA, fez isso ao decretar: o cérebro processa a uma velocidade de 10 bits por segundo. "Isso é a maior piada da neurociência", dispara Nicolelis. O neurocientista conta que é uma percepção equivocada comum. Em palestra privativa sobre o cérebro para os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, ele chegou a ouvir a pergunta, "mas só processa a 5 bits por segundo, né?". É, mas... "Os 10 bits por segundo construíram a história da civilização humana. O que um computador que funciona na velocidade da luz construiu realmente? vamos parar para pensar (...) Na época que eu ia a estádios nos anos 1960, o Pelé fez um gol contra o Palmeiras e a torcida do Palmeiras levantava para aplaudir de pé. Como você computa isso? Em quantos bits você descreve a sensação coletiva de ter visto algo fora do comum? Não tem." Nem inteligente nem artificial. É assim que Nicolelis enxerga a inteligência artificial. Mas ele vai além. Para ele, o próprio termo é uma enganação e nasceu em 1960 como uma jogada de marketing de John McCarthy, cientista do MIT apontado como um dos pais da IA. Logo de cara, a ideia foi contestada por outro expoente: Joseph Weizenbaum, também do MIT, foi o criador do primeiro chatbot da história, a Eliza. Ele logo percebeu o perigo ético de sua invenção, pois as pessoas tratavam o robô como um terapeuta. A gota d'água veio quando sua secretária gastava uma hora por dia para se consultar com a Eliza. Agora, porém, a IA movimenta bilhões e é apontada como futuro. "As empresas pularam de cabeça de uma maneira tão gigantesca que elas não podem sair", avalia Nicolelis, para quem estamos diante de uma bolha prestes a estourar. O neurocientista é pessimista caso a IA prevaleça: "se tudo que você vai fazer é baseado num banco de dados do que já foi feito, você não tem futuro (...) Além de um futuro sem futuro, a gente não vai saber o que é verdade".

S2 Ep 3Zuckerberg e os ‘guerreiros da liberdade’ do Trump; TikTok, inimigo nº1; o drible da China nos EUA
Mark Zuckerberg sabe que a Meta enfrentará imensos desafios com a volta de Donald Trump. O novo presidente dos Estados Unidos já escolheu para órgãos responsáveis por decidir o futuro da empresa em 2025 os nomes de dois “guerreiros da liberdade de expressão”. No novo episódio de Deu Til, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam quem são eles, quais são as opiniões deles sobre as Big Tech e, mais importante, como as decisões deles podem afetar Facebook, Instagram e WhatsApp. Posts e vídeos sobre política deixam as pessoas irritadas com a mesma intensidade em que geram curtidas, comentários e compartilhamentos. Zuckerberg sabe disso. Por isso, o CEO da Meta vai inundar Facebook, Instagram e Threads com conteúdo assim. Mas não se engane. Para além de agradar progressistas ou conservadores, o executivo quer mesmo é ganhar uma batalha que vê até o sono dos usuários como rival. É a disputa do engajamento. O TikTok conseguiu a façanha de vencer uma batalha em solo estrangeiro. Chinês, o app vem superando Instagram e Facebook em seu próprio território, os Estados Unidos. Mas não é só isso que fez o aplicativo queridinho dos jovens virar o inimigo nº1 do governo norte-americano. Deu Tilt explica a real inovação por trás das dancinhas que notabilizaram a rede social. A China foi proibida pelos EUA de acessar os chips mais poderosos do mundo para desenvolver sistemas de inteligência artificial. Deu Tilt mostra como o país driblou o embargo norte-americano para virar uma potência na IA. A história é repleta de ataques comerciais, revides e até muamba.

S2 Ep 2Trump de volta à Casa Branca; as redes sociais em 2025; IA não sabe o que é felicidade
Donald Trump assumirá a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez em 2025. Na área de tecnologia, ele e sua equipe não economizaram em alardear o que iriam fazer. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a regulamentação da inteligência artificial e o combate aos monopólios de Google e outras Big Tech serão alguns dos grandes campos de batalha. A ideia é revogar as regras criadas por Joe Biden e afrouxar o cerco às grandes empresas de tecnologia. O motivo? Ambos os movimentos passam por uma visão de mundo sintetizada por termo que a gente nem sabia que existia: a 'IA woke'. Em 2025, Trump manterá seu novo melhor amigo perto, mas ficará ainda mais próximo de sua velha inimiga. Se o bilionário Elon Musk, dono de Tesla, SpaceX e X, ocupará até cargo na Casa Branca, a China já ocupa o centro da mira do novo presidente dos EUA. Diogo e Helton explicam por que essa relação de ódio com a China pode azedar o amor entre Trump e Musk. Dessa vez, a culpa não é da inteligência artificial, mas, sim, das empresas por trás da tecnologia. Vira e mexe, uma delas sai por aí jurando que sua IA é capaz de identificar e compreender emoções humanas. Basta detectar a expressão facial de alguém e pronto. Diogo e Helton explicam por que não tem nada mais enganoso do que isso. Até há estudos que embasam as tentativas, como as teorias da emoção básica universal e a das emoções construídas. Mas nada além disso. Tanto é que especialistas qualificam como "lixo" qualquer tecnologia que promete reconhecer emoções humanas. "Reconhecer emoção pela expressão facial é ganhar na loteria", diz Diogo.

S2 Ep 1Os segredos para o Google investir na sua empresa no Brasil
Todo empreendedor sonha com a oportunidade de um dia receber investimento de uma empresa gigante como o Google. Se isso acontecer, quem estará do outro lado da mesa provavelmente será André Barrence, diretor do Google for Startups para América Latina. E, quando isso acontecer, é bom estar preparado. Afinal, ele já trabalhou com mais de 2 mil empresas --500 só no Google-- e recebeu propostas até mesmo na pista de dança durante um casamento. Em sua participação no Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o executivo contou os segredos para atrair investidores e estratégias para vender uma ideia até mesmo uma viagem de elevador de 30 segundos. Se estamos falando de uma startup de tecnologia, é de se esperar que o mais chamativo nela seja a tecnologia, certo? Errado. Esse quesito é apenas o quarto item da lista avaliada pelo Google na hora de escolher quais empresas iniciantes vai apoiar. Antes disso, são analisadas outras características da empresa como equipe, tamanho do problema a ser resolvido e mercado a ser explorado. Em quinto lugar vem o nível de conhecimento dos fundadores sobre o mercado e a tecnologia. Barrence explica por que essa é a ordem de características buscadas em startups avaliadas e o que faz seus olhos brilharem. O ecossistema de startups é acirrado com qualquer fundador, mas é particularmente cruel com empreendedores negros. Para contornar o gargalo, o Google lançou um fundo de investimento apenas para empresas iniciantes criadas por empresários com essas características. À frente da iniciativa está Barrence. Ele conta que não imaginava, porém, que "fazer a coisa certa" poderia atrair tantos ataques. "Sofremos intolerância."

S1 Ep 31Não é só coisa da sua cabeça: a ciência explica injustiça, egoísmo e o amor pelas ideias dos outros
Pode não parecer, mas o seu cérebro possui um mecanismo para ajudar você a detectar gente egoísta e evitar situações injustas. No episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Paulo Boggio, professor do Mackenzie e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Neurociência Social e Afetiva. Um dos neurocientistas brasileiros mais respeitados do mundo, Boggio explica que o cérebro leva menos de 100 milissegundos para identificar uma roubada e salvar você dela --é menos do que o tempo necessário para pensar em imagens. No papo, ele explica por que esse superpoder foi crucial para a humanidade chegar até aqui. "A sobrevivência da gente depende muito de cooperação", diz ele. E também conta como as engrenagens dessa magia entram em jogo ao fazer uma simples pergunta: qual fatia de uma bolada você toparia receber para deixar outra pessoa ficar com o resto? A afinidade une as pessoas. Mas o repúdio por algo também. Historicamente, os seres humanos formam grupos mais por defenderem algo de que gostam muito, algo que neurocientistas chamam de "in love group". Mas, recentemente, isso tem mudado: as pessoas têm se alinhado a outras com mais frequência por detestarem características ou as ideias de outros indivíduos. Você já percebe isso na política, mas não só nela. Boggio explica por que isso está acontecendo e o que a internet tem a ver com isso. Não é pouca coisa. Você já deve ter ouvido que a solução para conflitos é "se colocar no lugar do outro". Munido de pesquisas em neurociência, Boggio explica que esse não é o melhor caminho. E ainda pode piorar as coisas. No fim das contas, esse exercício pode até levar a um sentimento cunhado por filósofos alemães como "Schadenfreude", algo como, "prazer na dor alheia". Ainda assim, há saída. Boggio explica como.

S1 Ep 30Instagram: poder para pais e mães; Amigos de IA não vão ao bar; Indústria de recuperação de contas nas redes
A partir de 2025, o Instagram vai ser transformado no Brasil. A rede social vai restringir o que crianças e adolescentes podem fazer. E pais, mães e responsáveis também serão afetados, afinal eles decidirão quais interações estão liberadas ou proibidas. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como funcionarão as novidades, como toque de recolher, perfil fechado, DM lacrada para desconhecidos. É bom saber como será, afinal todo mundo entre 16 e 13 anos será atingido. A dupla também conta por que o Instagram está fazendo isso, como vai detectar menores de idade e como pais e mães ficam nessa história. A mudança não poderia ser mais oportuna: crianças passam a usar redes sociais cada vez mais, e o Instagram é a que os adolescentes usam com mais frequência. Até essa área para lá de humana foi invadida pela inteligência artificial: a amizade. Helton e Diogo contam que já tem gente --e não é pouca-- criando amigos com IA e destinando a eles sentimentos, como confiança, carinho e afeição. É a intimidade artificial, que, para algumas pessoas, é bem real. "As companhias de IA são a personificação digitalizada dos amigos imaginários. E tem gente que ganha dinheiro com isso. É genial", brinca Helton. "Agora, você consegue criar o seu amigo imaginário que conversa de fato com você e tem uma personalidade específica", comenta Diogo. E dá para falar com personalidades históricas ou puramente fictícias, como Albert Einstein, Sigmund Freud e Daenerys Targaryen. Só não dá para levá-los ao bar --até dá, mas fica para outro episódio. Por trás dessa onda está a Character.AI, criada por um brasileiro. O Brasil não é só um dos países com mais usuários de redes sociais. Também concentra um número gigantesco de influenciadores digitais. Para todos eles, os perfis nessas plataformas é tão importante quanto a própria casa, uma nova forma de se expressar. E o que você faz quando seu lar digital é suspenso pela dona da plataforma ou roubado por cibercriminosos? Diogo e Helton contam que um novo modelo de negócio surgiu para surfar o desespero de aficionados por redes sociais ou profissionais desses espaços. É a indústria da reativação de contas. Deu Tilt falou com um representante do novo negócio, o advogado Tonyson Santos, que conta como e por que entrou nesse mundo.

S1 Ep 29Google x SearchGPT; Viagem no sonho é real? A era dos agentes de IA
Até agora o Google reinou quase que sozinho nas buscas online. Se depender da OpenAI, no entanto, essa liderança tranquila está prestes a acabar. A dona do ChatGPT lançou seu motor de pesquisa com inteligência artificial para entregar algo que as pessoas já estavam querendo: vasculhar a internet e receber os resultados processados pela IA generativa. “É uma mudança de paradigma”, conta o pesquisador Diogo Cortiz. O Google já tinha se antecipado ao golpe e criado o AI Overview. No novo episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz embarcam numa batalha diferente: Google x SearchGPT. Além de testar as capacidades das duas ferramentas, a dupla competiu para ver qual das duas tem um desempenho melhor. Quem vence? É o novo quadro “Pergunte à IA”. Helton, que atuava junto do AI Overview (Google), já adianta o resultado: “Amiga, não dá para te defender”, brinca o jornalista. Em disputa, está qual motor de busca traz o melhor resultado para pesquisas por Bolsonaro, Lula, o primeiro celular, cálculo do PIB, feitos da cantora Taylor Swift e a confecção da batata frita do McDonald’s. Essa é coisa de cinema. Ou, melhor, é algo só possível de ver nos sonhos. Na verdade, essa novidade são as duas coisas. Cientistas da REMSpace, uma empresa da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma tecnologia que dá a uma pessoa o poder de visitar os sonhos de outra. E mais: permite e essa viajante acessar informações presentes apenas na cabeça daquela que está dormindo. Como fizeram isso? Em Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como isso é possível. Se você ainda não se acostumou com ferramentas de inteligência artificial, prepare-se para mais uma mudança. Vêm aí os agentes de IA. Em Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam que esses sistemas autônomos são criados para executar sozinhos ações complexas e que não acabam na internet. Hoje, chatbots de IA já são capazes de traçar roteiros turísticos. Os agentes irão além: comprarão passagens de avião e ônibus, reservarão hotéis e pousadas e até pagarão pelos tíquetes das atrações que você quiser visitar. Alguns deles, aliás, terão até o poder de mexer no computador por você. Isso envolve mexer no mouse. Já pensou?

S1 Ep 28Big Tech no STF; Wikipédia, a nova vítima da IA; Bilionários contra o stalker de jatinhos
O STF (Supremo Tribunal Federal) finalmente vai julgar se um dos artigos mais polêmicos do Marco Civil da Internet é constitucional ou não. Deixando o jurisdiquês de lado, o resultado desses processos na mais alta corte do Brasil podem levar ao processo de regulamentação das redes sociais no país, algo que vinha sendo costurado no Congresso, mas ficou pelo caminho por decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Essa é a expectativa. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam que as ações judiciais que podem mudar o rumo da internet no Brasil começaram com ofensas de alunos a uma professora e na finada rede social Orkut. A inteligência artificial virou o novo pesadelo de uma das plataformas mais visitadas da internet: a Wikipédia. Os textos gerados por robôs estão pipocando na enciclopédia online. Essa invasão tem preocupado os editores, as pessoas responsáveis por manter a qualidade do site. Deu Tilt conversou com um brasileiro que faz parte da força-tarefa. Longe de ser um detrator da tecnologia, ele é um estudante de Porto Alegre (RS) e explica por que a presença da IA é um perigo e como percebeu a chegada dos robôs. Elon Musk, Taylor Swift, Donald Trump e Mark Zuckerberg. Estes ricaços têm tantas divergências de opinião que dificilmente ocupariam a mesma sala. Mas eles possuem algo em comum: todos se irritaram com Jack Sweeney, um jovem de 21 anos por trás de perfis nas redes sociais criados para seguir jatinhos de bilionários. Deu Tilt conta por que essas contas geraram tanta polêmica que foram tiradas do ar.Patrocínio: OI

S1 Ep 27Dinheiro, IA e domínio de mercado: funcionário nº1 do Google abre o jogo sobre a Big Tech
As digitais de Berthier Ribeiro-Neto estão presentes na chegada do Google ao Brasil no começo dos anos 2000. Ele e outros professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) fundaram a Akwan, empresa comprada pela Big Tech. A aquisição fez dele o 1º funcionário do Google no Brasil. Em rara entrevista, Berthier conta tudo a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz. A história passa por como a companhia pioneira travou a internet da universidade, como sua esposa ajudou na negociação e quase foi contratada pelos norte-americanos e como um empreendimento financiado com dinheiro de docentes encantou uma das maiores companhias de tecnologia do mundo. “A empresa foi financiada por poupança de professor. É um caminho que eu não recomendo. Não é saudável”, brinca. Além disso, ele conta algo que não costuma falar: quanto o Google pagou. Diretor de engenharia do centro de tecnologia do Google no Brasil por 19 anos, Berthier Ribeiro-Neto viu o mecanismo de busca se tornar uma ferramenta crucial para a internet. Ele conta como os engenheiros brasileiros solucionavam problemas globais da ferramenta. Berthier conta que uma dessas falhas não havia sido detectada nem pelos especialistas norte-americanos e afetava o mundo todo. E ainda: tinha a ver com a Britney Spears e o mp3. Depois disso, os brasileiros na companhia passaram a ser vistos com outros olhos. "A reputação dos engenheiros que o Brasil têm dentro de uma empresa como o Google mostra que a gente pode fazer tão bem quanto qualquer povo desde que a gente se organize", afirma. Inteligência artificial? Amazon? O mecanismo de busca está ficando ‘burro’, a ponto de muita gente reclamar? Muita gente elenca as ameaças a uma empresa gigante como o Google. Mas a percepção de um dos engenheiros que mais entendem da Big Tech é outra. Para Berthier, a geração de jovens que se viciou na experiência de vídeos curtos e rápidos do TikTok dificilmente vai se adaptar ao funcionamento do Google. Como resolver o problema? Não será virando uma versão do TikTok. “A máquina da busca do Google tem uma expectativa. Se virar um Tiktok, vai frustrar 1 bilhão de pessoas todos os dias”, profetiza Berthier.

S1 Ep 26Menos coaches e mais desenvolvedores: os mistérios do computador quântico
O computador quântico é envolto em uma aura de mistério e especulação. Muitas pessoas apontam a máquina como revolução no mundo da computação. Elas não estão erradas, mas, na prática, esses dispositivos são mais lentos e menos potentes do que computadores convencionais e não rodam inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a embaixadora da IBM para computação quântica, Ana Paula Appel, conta no que essas supermáquinas realmente são boas: os chamados “problemas intratáveis”, uma gama de questões fatoriais que compreendem da elaboração de rotas para sistemas logísticos, distribuição eficiente para distribuição de dinheiro e o cálculo das chances para o Corinthians se livrar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Ter um computador quântico em casa é um sonho difícil de realizar no momento, mas dá para acessar um à distância. Só é preciso aprender a pensar de forma diferente. Já há certificações para especialistas nas máquinas, mas isso não quer dizer que estamos diante do início da era dos desenvolvedores quânticos. O mesmo não se pode dizer sobre os coaches quânticos e as terapias quânticas. “É balela”, classifica Ana Paula Appel. Ainda que seja encarado como artefato para pesquisa, o computador quântico já é usado em áreas importantes no Brasil e no mundo. Isso inclui as baterias de carros elétricos, as rotas de navio e a distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos e agências bancárias. Patrocínio: OI

S1 Ep 25Reconhecimento facial no Instagram; o cemitério do Google; a era dos espiões de IA
O reconhecimento facial já foi bombardeado por críticas no passado. Mas os tempos mudaram – pelo menos é isso que a Meta quer que as pessoas acreditem. Depois de trabalhar para abandonar a tecnologia, a empresa de Mark Zuckerberg voltou. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam quais são os planos da dona de Facebook e Instagram para os rostos dos seus usuários. Serão duas funções: caçar anúncios falsos feitos com a cara de celebridades para enganar as pessoas e permitir que contas roubadas sejam retomadas pelos donos reais. É o fim de gente achar que o Drauzio Varella está fazendo propaganda de remédio picareta. O que leva uma empresa a matar serviços ou produtos que as pessoas amam? Essa é uma pergunta para o Google, que, só em 2024, já matou 30! E o cemitério do Google tem perdas de ilustrações como o Chromecast, mas também há ilustrações desconhecidas, como o chat do Google Maps. É isso aí: dava para falar com sua pizzaria favorita e você não sabia. Ao longo dos anos, a dona do YouTube e do Android aposentou quase 300 serviços. Curiosamente, ela deixa no ar quatro aplicativos que pouca gente usa – com exceção do Diogo, que ama o Snapseed. Agora, o uso da inteligência artificial foi muito longe. O Pentágono possui um plano para encher a internet de pessoas com IA. Para quê? Aí vai um spoiler: manipula seres humanos de verdade e se infiltra em grupos para coletar informações. Começou uma era dos espiões de IA.

S1 Ep 24'Feed zero' e as contas FK; 2025: começa o adeus ao 3G; Celular causa câncer? Eis a resposta
Perfis sem foto alguma, usuários que não publicam nada e pouco interagem. Quem navega nas redes sociais hoje até pensa que algumas pessoas até estão por lá, mas quase não dão as caras. Engano. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast dos humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz falam de um novo jeito de usar as redes sociais que mais parece uma forma de usar de jeito nenhum. Ela inclui 'feed zero', contas FK, as muitas DMs e pouco stories e a morte das fotos com filtro. E tudo isso liderado pela geração Z. Ainda que muitas cidades já contem com 5G, os sinais 2G e 3G ainda são os hegemônicos no Brasil. Mas, a partir de 2025, essa realidade começa a mudar. E a banda larga de terceira geração, aquela que transportou o mundo para a era da banda larga móvel, começa a ser encaminhada para o fim. Ou, como preferem os técnicos, começa a acontecer um processo de transição tecnológica. Helton e Diogo explicam por que e como isso vai acontecer. Não é de hoje que muita gente acha que celular e cérebro são uma combinação nada saudável. Isso é até verdade em um ponto se a conversa for sobre saúde mental. No entanto, há os que acreditam que o aparelho móvel é capaz de causar câncer. Será mesmo possível? A dúvida que pipoca na cabeça de céticos há décadas parece agora ter sido sanada por um estudo encomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

S1 Ep 23IA não está roubando seu emprego (ainda), mas está usando seus dados como nunca
Muita gente ficou com medo de ter o emprego roubado pela inteligência artificial. Antes disso, porém, estamos vendo outro movimento: dados criados por pessoas são usados para ensinar robôs a se comportar como seres humanos. Nesse episódio de Deu Tilt, Luca Schirru, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Direitos Autorais, conta por que não é nada simples dizer que a IA está roubando as informações feitas por nós. O debate fica ainda mais complexo quando se discute a finalidade desses dados. “O grande debate é um só processo tecnológico, o da mineração de dados, ser usado no treinamento de IA, no treinamento de IA generativa e em pesquisas intensivas em dados que não tem qualquer ligação com inteligência artificial”, diz ele. Por outro lado, ferramentas inteligentes viraram o melhor assistente de muito trabalhador, seja para escrever textos ou criar imagens na velocidade de um estalar de dedos. A quem pertence essas criações? Ao robô, ao humano ou à empresa que desenvolveu a máquina? Essa é outra pergunta complexa que Luca Schirru responde em Deu Tilt. “Os prompts que a gente dá para o sistema de inteligência artificial generativa são suficientes para justificar que eu sou autor daquilo que for gerado?”, pergunta para resumir a questão. Aí vai um spoiler para os ansiosos: Brasil, Estados Unidos e China possuem visões diferentes sobre a questão. Está em curso uma verdadeira batalha entre empresas que produzem conteúdo e aquelas que usufruem desse conteúdo para treinar suas inteligências artificiais. E o objetivo é claro: quem vai pagar a conta? O melhor exemplo é o New York Times, que processa a OpenAI, dona do ChatGPT, para impedi-la de usar artigos do jornal para treinar o bot. Isso levanta outra dúvida: pessoas comuns podem pleitear alguma remuneração das Big Techs?

S1 Ep 22Nova IA raciocina, mas não resolve; você precisa agora do iPhone 16?; a rede social de bots
O OpenAI o1 se destaca na quantidade inacreditável de modelos de linguagem lançados nos últimos meses por empresas de tecnologia. Afinal, ele faz algo em que os seres humanos são craques: raciocinam. Quer dizer, mais ou menos. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast dos humanos por trás das máquinas do UOL, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam sobre os poderes da nova inteligência artificial da OpenAI, dona do ChatGPT. A nova máquina arrasa na matemática. Mas a dupla explica por que ela tropeça em problemas sobre questões sociais. Agora que o iPhone 16 começa a chegar ao Brasil, é hora de responder a pergunta: você precisa mesmo de um novo smartphone top de linha? E olha que a oferta é grande. Não é só o celular da Apple que chegou às lojas. Nos últimos meses, foram lançados Galaxy Z Fold 6 e Galaxy Z Flip 6 (Samsung), Pixel 9 (Google), razr 40 (Motorola). Não é segredo para ninguém que muita rede social já é dominada por bots, aquelas contas automatizadas. Mas você já viu uma rede em que é possível interagir apenas com robôs? Com humano nenhum à vista? Saiba que ela existe. E, surpreendentemente, os bots da SocialAI podem ajudar as pessoas de carne e osso a lidar de forma mais humana.

S1 Ep 21Voz clonada, Brasil líder em IA e R$ 15 bi: Tânia Cosentino, presidente da Microsoft, no Deu Tilt
Em evento em São Paulo que contou com a presença do CEO Satya Nadella e do vice-presidente do Brasil Geraldo Alckmin, a Microsoft anunciou investimento de quase R$ 15 bilhões no Brasil ao longo de três anos. Em entrevista exclusiva a Deu Til, a presidente da empresa no Brasil, Tânia Cosentino, explicou como o dinheiro será usado para ampliar a infraestrutura de data centers da empresa para atender as necessidades de inteligência artificial no país. Ela afirmou ainda que as instalações são coordenadas com consumo de energia renovável e de modo a não impactar a demanda de água na região. 'Brasil pode liderar a era de IA de baixo carbono', diz presidente da Microsoft. Tânia Cosentino afirmou ainda que trabalhadores que não se adaptarem às transformações podem ficar para trás. 'A obsolescência do humano existe', diz ela. Por outro lado, aqueles que se adaptarem, podem almejar empregos mais qualificados. ‘O grande problema não é o [emprego] que eu crio ou elimino, mas é como eu transformo o profissional para ele pegar um emprego de maior valor agregado', afirma. Além do investimento de R$ 15 bilhões em três anos no Brasil, a Microsoft anunciou ainda uma trilha de capacitação gratuita para IA que pretende formar 5 mil trabalhadores. A presidente da Microsoft no Brasil afirmou que a empresa é favorável a uma regulação de IA no país, sobretudo para usos inadequados de ferramentas inteligentes. 'Com apenas 3 segundos de áudio, eu copio a sua voz. E, com pouco mais de 10 segundos, eu copio a sua imagem. No meu tempo, falavam que tinha de ver para crer. Hoje, é melhor checar a fonte e mais de uma, porque você vai ver, vai ler e não pode crer', diz ela. Corintiana apaixonada, ela mesmo já teve a voz clonada com IA: "fizeram áudio 'toca no Calleri que é gol'. Isso é fake news". Tratando do espinhoso assunto do treinamento de IA feito com dados de pessoas comuns, Tânia diz que a Microsoft 'não usa dado de cliente para treinar IA, só dados públicos'. 'O dado é seu e, se eu quiser usar, eu tenho que pagar por ele', afirma ela.

S1 Ep 20É o fim do smartphone nas escolas? LinkedIn usa posts para treinar IA; Big tech x países inteiros
Onipresente, o celular está na mão de todo mundo, mas tem sofrido um revés: foi banido das escolas de ao menos um quarto dos países. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem como a onda de proibição chegou ao Brasil e por que este é o momento mais oportuno para o veto. A atenção das crianças e adolescentes agradece. Os pais também. Mas tem gente que acha ser um retrocesso. A Meta já fez isso. O X (ex-Twitter) também. Agora chegou a vez do LinkedIn passar a usar dados produzidos por seus usuários, incluindo posts, para treinar sua inteligência artificial. No caso da rede social corporativa, a ação é obscura, mas tem o potencial de gerar grande impacto por lá. A briga entre o bilionário Elon Musk e o ministro do STF Alexandre de Moraes não só tirou o X do ar, mas também sequestrou a atenção dos brasileiros. Ela é, no entanto, só o round mais vistoso de um embate mais amplo e com potencial muito maior de interferir nas nossas vidas: a treta da vez é Big Tech contra a soberania de países inteiros.

S1 Ep 19Redes sociais, games e jogos de azar: apostas adoecem pessoas, e Brasil vai na contramão do mundo
Redes sociais, games e agora casas de apostas. É difícil ligar o celular e não se deparar com alguma plataforma repleta de estímulos para atingir em cheio seu cérebro e manter você curtindo, jogando e apostando. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes recebem Rodrigo Machado, psiquiatra do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Machado conta como as redes sociais e games incorporaram mecanismos dos jogos de azar para fazer você perder mais tempo nelas –e eventualmente ficar viciado. Quase 9% da população mundial já apresenta algum tipo de problema com vício em apostas. A partir de 2025, o Brasil vai legalizar centenas de casas de apostas. Será que o país está preparado para a grande quantidade de dependentes em jogo que vai surgir? “Nenhum país está preparado”, diz Machado. A intersecção entre redes sociais, games e jogos de azar é tão poderosa que cria uma nova geração de apostadores. O motivo? “Hoje em dia cada um tem seu cassino online na palma da mão por causa do smartphone”, diz Machado. Ele defende que influenciadores digitais fossem proibidos de promover apostas online. Também critica escolas que promovem o uso de smartphones, pois há pouca comprovação de que os aparelhos contribuem com o ensino, mas muitas evidências que mostram como ele atrapalha as capacidades cognitivas. 'Minha filha só vai ter smartphone com 14 anos', diz o psiquiatra.

S1 Ep 18O pesadelo do currículo com ChatGPT e o fim da antena parabólica
A cada oscilação das bolsas de valores, aumenta a dúvida sobre se algum dia os retornos bilionários feitos em inteligência artificial terão algum retorno ou se vivemos uma tremenda bolha especulativa. Neste episódio de “Deu Tilt”, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz discutem por que o temor de que a IA seja uma bolha prestes a estourar está cada vez mais presente. O que argumenta quem defende que a IA é uma ilusão e não se pagará e aqueles que argumentam que se trata da tecnologia que vai mudar tudo? E a pergunta que não quer calar: se a bolha estourar, quem paga a conta? Ainda neste episódio: o departamento de recrutamento e seleção talvez foi uma das primeiras áreas corporativas a incorporar uso de IA, quer os candidatos às vagas abertas gostassem ou não. Agora, os seres humanos estão dando o troco e inundando os recrutadores com currículos feitos com IA. E isso é um tremendo problema. Hora de dar tchau. As antenas parabólicas de TV conectaram milhões de brasileiros há quase cinquenta anos. Agora, elas estão prestes a ser aposentadas. Helton e Diogo discutem por que elas sairão do ar. Contam ainda as histórias que as envolvem durante décadas, dos mitos por –não– serem chamarizes de raios até uma curiosa interferência na política nacional durante a implantação do Plano Real.

S1 Ep 17IA e extinção humana: a sociedade secreta de Elon Musk revelada
O mundo da inteligência artificial vive um paradoxo. Tem gente que, ao mesmo tempo que desenvolve IA poderosa, diz que a tecnologia pode acabar com a humanidade. Não sei vocês, mas, se a gente soubesse estar prestes a criar o apocalipse, pararia na hora. No episódio desta semana de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem o que há por trás das constantes ameaças de que a IA vai extinguir a humanidade. A história tem cara, rabo e focinho de teoria da conspiração e envolve organizações tipo sociedades secretas. E até Elon Musk está no meio. A busca do Google é uma das ferramentas mais bem-sucedidas da internet. Mas, de uns tempos para cá, muita gente tem notado que os resultados das pesquisas online estão piores. Pesquisadores alemães comprovaram que não é maluquice da nossa cabeça. O Google discorda. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes discutem o que há de verdade nisso, o que é exagero e como a inteligência artificial vai mudar tudo. Hoje em dia, tem serviço de assinatura para tudo. De marmita a comida para cachorro. Quer dizer... quase tudo. O pessoal da Logitech teve a ideia que faltava: uma assinatura para ter mouses para a vida toda.

S1 Ep 16Da exposição à exploração: rede social não é lugar de criança, mas elas estão lá
As redes sociais já existem há tempo suficiente para sabermos seus efeitos na nossa vida. Será? Ainda hoje descobrimos os efeitos dessas plataformas, do Tiktok ao Instagram, sobre adultos. Quando são crianças do outro lado da tela, porém, o buraco é mais embaixo. Nesse novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam com Maria Melo, coordenadora de programas do Instituto Alana, organização que atua na defesa e promoção dos direitos de crianças e adolescentes. Ela fala sobre uma infância cercada por telas e cujas informações são espremidas por redes sociais. Até os 11 anos, são 13 milhões de dados coletados. E o que elas as plataformas que sabem mais do seu filho do que você sabe delas? Primeiro, negam que há menores de 13 anos por lá. Depois, afirmam que cuidam dos que estão por lá. “Pais e mães ficam reféns. Famílias são o elo mais frágil”, diz Maria Melo. E ela conta o por quê. Em teoria, crianças não poderem usar redes sociais as impede de ser influenciadoras digitais. Na prática, o que se vê é um cenário diferente. Maria Melo fala que já encontrou crianças de 6 e 7 anos fazendo publicidade para o Jogo do Tigrinho, um popular game de cassino online. Como denunciar esse tipo de abuso não é possível, o instituto levou o caso ao Ministério Público. "Redes sociais não são meros túneis por onde circulam esses conteúdos; Elas modulam, moderam e direcionam esse conteúdo. Ampliam ou diminuem esse conteúdo dependendo de quanto dinheiro você coloca nelas. E precisam ser responsabilizadas por esse tipo de conteúdo", diz Maria Melo. O contato entre crianças e tecnologia é tão frequente que já produz consequências inusitadas. Uma pesquisa detectou que os baixinhos já confiam mais em robôs do que em humanos. Mas por que isso acontece?

S1 Ep 15Monopólio do Google; AI Washing, o novo golpe com IA; fim do Chromecast
Neste novo episódio de “Deu Tilt”, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes enumeram os passos que levam as grandes empresas de tecnologia a se tornarem impérios tão grandes a ponto de complicar a vida de rivais. O Google foi condenado pela Justiça dos Estados Unidos por ser um monopólio das pesquisas online e esmagar concorrentes. Entre as ações, pagou cifras bilionárias para fazer seu buscador online ser o padrão dos smartphones de Apple e Samsung. Mas a empresa não está sozinha. Microsoft, Meta, Apple e Amazon tomaram ações que as fizeram ser investigadas por competição desleal. Lojas com zero atendimento humano que sabem exatamente o que você pegou da prateleira. Sistemas que indicam o melhor investimento e prometem a maior rentabilidade. Tudo abastecido com inteligência artificial. Parece mágica, algo indicando que o futuro finalmente chegou, certo? Mas é só truque. Neste novo episódio de “Deu Tilt”, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como há cada vez mais serviços prometem usar IA para entregar maravilhas, mas, na verdade, não passam de enganação. É a onda do IA Washing –e já tem gente perdendo dinheiro com isso. Esse aparelhinho transformou muita TV comum em smartTV. E agora vai sair de cena. Por que o Google vai aposentar o Chromecast?

S1 Ep 14Jogo do Tigrinho e rifa falsa: como crise mexe com influenciadores, marcas e redes sociais
Nesse episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes recebem a professora e pesquisadora Issaaf Karhawi, especialista em influenciadores digitais e uma das primeiras a estudar o assunto no Brasil. Na conversa, ela explica qual é o tamanho dessa categoria de trabalhadores e decreta: os vídeos promovendo Jogo do Tigrinho, rifa fraudulenta e fake news são só o ponto mais evidente de uma crise que vai demorar a passar. “Não tem marca para todo mundo.” A professora e pesquisadora Issaaf Karhawi conta ainda que os influenciadores enfrentam uma metamorfose: não querem mais ser influenciadores, preferem ser vistos como criadores de conteúdo, mas não ocuparão essa categoria por muito tempo. E complicam esse cenário ingredientes como a crise da audiência, a discussão sobre autenticidade e os personagens feitos de IA para substituírem os humanos que dão trabalho para marcas. Já reparou como todo mundo é influenciador digital hoje em dia? De político a médico, passando por nutricionistas. Fazer dancinhas no TikTok virou algo obrigatório para qualquer profissional. Essa moda veio para ficar? Quem ganha com ela?

S1 Ep 13‘Nuvem soberana’, supercomputador de milhões, IA brazuca: o Brasil na corrida global da IA
Na edição desta semana de "Deu Tilt", Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes entrevistam Luciana Santos, ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobre o Plano Brasil de Inteligência Artificial. A estratégia do governo federal é investir ao longo de cinco anos R$ 23 bilhões, cifra abaixo do volume de dinheiro aportado por Estados Unidos e China, mas acima do de outros países, como Reino Unido e França. A titular do MCTI afirma que o Brasil 'entra no jogo' da IA, mas admite que 'um pouco atrás'. Ainda assim, diz que a estratégia não é o Brasil ser mero consumidor dos serviços dos gigantes tecnológicos globais ou fornecedor de dados para eles. Para isso, está no plano ter infraestruturas de processamento que atendam não só o país, mas também países do Sul Global e atraíam “cérebros”, profissionais brasileiros e especializados que estejam fora do país. E se cuida ChatGPT! O governo federal incluiu no plano o investimento de R$ 1 bilhão para criar um LLM (grande modelo de linguagem, na sigla em inglês), o “coração” de chatbots como o ChatGPT. A ministra contou a “Deu Tilt” que já definiu como o dinheiro será repassado: será via edital. Priorizará ainda tecnologias brasileiras. Como isso será feito?

S1 Ep 12Caos global vem aí; Meta dá de graça o que rivais vendem; confiamos demais na tecnologia?
No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que o mais recente apagão cibernético global está longe de ser o último. Os caos você viu: milhares de voos cancelados ou atrasados, canais de TVs fora do ar, cirurgias inviabilizadas e o sistema bancário indisponível. Já o que está por trás do dia de "tela azul" do mundo é contada pela dupla. Ainda no episódio desta semana, uma história chocante: um algoritmo policial da Espanha descartou que uma mulher agredida corresse risco e a mandou para casa. Dias depois, ela foi assassinada pelo marido. No Brasil e pelo mundo, sistemas precários e obscuros de reconhecimento facial levam inocentes a serem presos. Será que estamos depositando uma fé cega no algoritmo? A pergunta de R$ 1 milhão: por que a Meta dá de graça IA que não custou barato e é vendida por rivais? O que está por trás da estratégia da dona de Facebook, Instagram e WhatsApp de oferecer gratuitamente o Llama 3.1, sua IA que bate de frente com o GPT-4. Spoiler: Google e OpenAI não vão gostar.

S1 Ep 11O que Trump quer da tecnologia? A conta de água e luz da IA; 'CLT Premium' é isso?
No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam um paradoxo: nós, seres humanos, já estamos disputando os escassos recursos naturais com a inteligência artificial, uma tecnologia criada para nos ajudar. Disparou o consumo de água e eletricidade pelas Big Tech que lideram o processo. A estimativa é que, daqui a seis anos, a humanidade gaste com a IA a mesma energia consumida pelo Japão. Como a corrida eleitoral dos Estados Unidos esquentou, a dupla explica quais serão as prioridades para a tecnologia de um eventual governo Donald Trump. No horizonte, está uma ênfase em criptomoedas e corrida espacial, mas uma visão dúbia sobre redes sociais, inteligência artificial e as Big Tech. Ah, e um amor todo especial dedicado a Elon Musk, e um ódio declarado a Mark Zuckerberg. "Deu Tilt" também apresenta o plano da startup Lattice de tratar IA: agir como se ela fosse um trabalhador. Não tem VR, mas tem nome no organograma e onboarding na empresa. Já pensou se a moda pega?

S1 Ep 10IA nas telonas; filme do ET de Varginha; produtora de ‘Cidade de Deus’ já usa Skynet?
No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversa com Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes, produtora por trás de sucessos como "Cidade de Deus", "Cangaço Novo", "Ensaio sobre a Cegueira". O executivo fala sobre como a empresa já usa inteligência artificial em todas as etapas da produção audiovisual, mas avisa: "Cinema é emoção, e vai demorar para a IA chegar nisso". Barcellos descreve as funções na produção de um filme que correm mais risco com a chegada de inteligência artificial. Atores e atrizes estão a salvo. Já dubladores... O executivo da O2 explica por que ele discorda de Sam Altman, CEO da OpenAI, que aposta na interatividade como futuro do cinema.

S1 Ep 9Morto pedindo voto: lições das eleições na Índia; as derrotas da IA pelo mundo; Galaxy Ring
No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que serviços com inteligência artificial estão sendo barrados no Brasil, Europa e nos Estados Unidos. Quais são os motivos por trás das derrotas da IA que afetam Apple, Meta, Suno e Udio? É ano de eleição. A dupla também traz as lições que a maior eleição do mundo pode dar ao restante do mundo. Estamos falando da Índia. O momento não poderia ser melhor: 2024 é quando metade da população mundial vai às urnas. No país asiático, o uso da inteligência artificial correu solto. Teve de tudo, de morto ressuscitando artificialmente para pedir voto a candidato usando IA para falar dezenas de línguas. Ainda neste episódio: será que é a hora dos anéis inteligentes? Saiba tudo sobre o Galaxy Ring, o novo computador vestível da Samsung.

S1 Ep 8Apple x Google: quem ganha briga da IA; o ‘nativo digital’ deu errado; e se a IA ganhar a eleição?
No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam quais as novidades de inteligência artificial foram criadas por Google e Apple para Android 15 e iOS 18, respectivamente. Também contam quais são as estratégias das duas Big Tech com os recursos e contam qual sistema vai fazer o dono de celular mais feliz. Os dois também contam por que a culpa não seja integralmente da Geração Z por não saberem usar o mouse ou dar um simples Ctrl C + Ctrl V. A expectativa gerada por vê-los como nativos digitais foi toda nossa. Ainda neste episódio, prepare! Já tem personagem de inteligência artificial concorrendo em eleições. É na Inglaterra e não é brincadeira. Mas o que acontece se o candidato da IA for eleito?

S1 Ep 7IA da Meta deixando ChatGPT no chinelo; influenciador flagrado; alertas tipo ‘cigarro causa câncer’ nas redes
No "Deu Tilt" desta semana, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como vai mudar o jeito de usar WhatsApp, Instagram e Facebook a partir da chegada da inteligência artificial da Meta ao Brasil. Chamada de IA da Meta, esse robô que estará espiando nossas conversas só esperando a hora de brilhar pode finalmente transportar o brasileiro para a era da IA. A dupla também discute como os rótulos de IA já estão revelando truques de influenciadores que usam o artifício para produzir conteúdo. Spoiler: Will Smith da Bahia não é tão parecido assim com o ator de Bad Boys e Um Maluco no Pedaço. Ainda nesse episódio, os dois discutem como seriam as redes sociais se a ideia de Vivek Murthy, cirurgião geral dos Estados Unidos, for implantada: ele quer incluir em Tiktok e Instagram avisos parecidos com aqueles nas embalagens de produtos da indústria do tabaco. Em vez de "cigarro causa câncer", seriam alertas do impacto sobre a saúde mental de crianças.

S1 Ep 6Top 5 piores e melhores momentos da humanidade usando IA; Miss IA é o concurso de beleza mais estranho que você já viu
No "Deu Tilt" desta semana, os colunistas do UOL Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz listam os 5 piores erros humanos com inteligência artificial e os 5 casos mais geniais de uso da IA. Contam também o lado bizarro do primeiro concurso

S1 Ep 5Novela do Google: verdades vazadas; Futuro da IA: robôs; Musk libera sexo no X
No "Deu Tilt" desta semana, os colunistas Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como o Google vazou sem querer o segredo de como funciona uma das ferramentas mais poderosas da internet, o motor de busca, e explicam cada uma dessas verdades reveladas. Contam também por que robôs são o futuro da inteligência artificial e discutem que história é essa de Elon Musk ter liberado a pornografia no X (ex-Twitter).
