CNC: NAS ARTES, NAS LETRAS E NAS IDEIAS
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Maria José Ferro Tavares - Judeus e Árabes da Península Ibérica - Manifestações Culturais
Comunicação proferida no seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional da UNESCO no convento da Orada, em Monsaraz, em janeiro de 1993. Maria José Ferro Tavares, historiadora e professora especialista na história dos judeus e dos cristãos novos em Portugal, dedicou a sua apresentação às manifestações culturais de cristãos, judeus e muçulmanos.

Alberto Vaz da Silva em entrevista da TSF sobre a Nova Grafologia, novembro 1999
Assinalando o aniversário de Alberto Vaz da Silva (7 de agosto de 1936-2015 - director do CNC, escritor, advogado, apaixonado por astronomia, astrologia e grafologia) publicamos esta entrevista na TSF, em 16 de novembro de 1999, dedicada à Nova Grafologia, área em que se especializou e dedicou grande parte da sua vida.

Guilherme d'Oliveira Martins - Crónicas da Viagem "Afonso de Albuquerque e o Golfo Pérsico, 2009
No âmbito do seu ciclo de viagens “Os portugueses ao encontro da sua História”, o CNC promoveu, em setembro de 2009, uma viagem dedicada a Afonso de Albuquerque ao Golfo Pérsico, Jordânia e Cairo. Nesta viagem, acompanhada por Anísio Franco, o grupo do CNC visitou o Sultanato de Omã, Ras-al-Khaima e o Dubai (Emirados Árabes Unidos), Bahrein, Petra, Wadi Rum e Aqaba no Mar Vermelho (Jordânia) e o Cairo (Egipto). No Verão de 2020 não podemos realizar a habitual viagem deste ciclo e partilhamos aqui as crónicas de Guilherme d’Oliveira Martins (então Presidente do CNC) gravadas ao longo do percurso e emitidas pela Rádio Renascença.

Fernando Dias Agudo, "Matemática: Bela ou Monstro?", 1992
Nos anos 90 do século XX, o Centro Nacional de Cultura, com a coordenação do Professor João Furtado Coelho, organizou o ciclo de conferências “Matemática e Cultura” que contou com a participação de conceituados cientistas que trataram temas científicos de uma forma acessível ao público em geral. Nesta conferência, Fernando Dias Agudo (1925 – 2019 - matemático e engenheiro, especialista em álgebra linear e geometria analítica) aproveita exemplos concretos da história da Matemática para mostrar que a Matemática sempre foi ciência viva, acompanhando (e determinando) o desenvolvimento cultural da Humanidade, com motivações em problemas práticos postos pela vida de todos os dias.

António Manuel Baptista, Autopolémicas: o insustentável peso do fruto, outubro 1993
Nos anos 90 do século XX, o Centro Nacional de Cultura, com a coordenação do Professor João Furtado Coelho, organizou o ciclo de conferências “Matemática e Cultura” que contou com a participação de conceituados cientistas que trataram temas científicos de uma forma acessível ao público em geral. Neste tempo em que aspectos científicos assumem contornos mais mediatizados, publicamos a conferência proferida pelo Professor António Manuel Baptista (1924-2015 - Físico Experimental), em outubro de 1992, com o título: “Autopolémicas: o insustentável peso do fruto” que, como o próprio descreve, é “uma antologia de escárnio e maldizer dos poetas relativamente à ciência” ou trata “da incomodidade da criação para com o criador.”. Aproveitamos também a data da morte de Henri Poincaré (1854 – 17 de julho de 1912), um destacado cientista que se dedicou a variadas áreas: matemática aplicada, óptica, electricidade, telegrafia, elasticidade, termodinâmica, teoria do potencial, teoria quântica, teoria da relatividade e cosmologia. Em mecânica celeste, no seu “Problema dos Três Corpos”, Henri Poincaré “foi o criador do caos”, como afirma António Manuel Baptista.

Maria de Lourdes Pintasilgo - Anos 60: os factores de mudança - Movimentos de Inspiração Cristã
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as suas sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. Assinalamos o aniversário da morte de Maria de Lourdes Pintasilgo (10 de julho de 2004), publicando a sua intervenção na sessão dedicada ao tema “A Igreja e os movimentos de inspiração cristã”, decorrida em março de 1990, e homenageando o seu importante papel na intervenção cívica e na Igreja em Portugal.

Helena Vaz da Silva em "O Despertar dos Músicos", Antena 2 - diário viagem a Timor e Indonésia, 2001
Celebrando o aniversário de Helena Vaz da Silva (3 de julho de 1939 - 12 de agosto de 2002), o Centro Nacional de Cultura publica a entrevista que lhe foi feita por Reinaldo Francisco no programa "O despertar dos Músicos" da Antena 2 no dia 4 de maio de 2001, dois dias depois do regresso da viagem de 21 dias a Timor e Indonésia. Essa foi a última viagem de Helena Vaz da Silva do ciclo "Os portugueses ao encontro da sua História", que a própria criou em 1985.

José-Augusto França modera debate sobre Exposição do Mundo Português, 1990
Assinala-se em junho o 80º aniversário da Exposição do Mundo Português, comemorativa dos oito séculos de Independência e dos trezentos anos da Restauração. Representou um enorme esforço do Estado Novo em associar o seu nacionalismo – autoritário, conservador, elitista, paternalista – a um passado mítico legitimador do presente. Concretizou-se com a participação de muitos artistas que deram corpo a uma obra monumental. Em 1990, o Centro Nacional de Cultura organizou no então Belém Clube (instalado no antigo Espelho de Água com base num projeto recente do arquiteto Manuel Graça Dias) uma conferência para fazer o balanço da história e debater a questão da arte e dos artistas como meio de propaganda. Em 2020, aproveitamos a data para publicar a gravação desta conferência/debate de 1990 moderada pelo Professor José-Augusto França, que faz uma apresentação do tema, contando também com a participação dos escultores António Duarte e Lagoa Henriques, da historiadora Margarida Acciaiuoli e do arquiteto Egas José Vieira.

Sheikh David Munir (leitura de Muhammad Abu Farez) presença dos Muçulmanos e Judeus na Península
Judeus e Árabes da Península Ibérica - Encontro de Religiões, Diálogo de Culturas Comunicação proferida no seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional da UNESCO no convento da Orada, em Monsaraz, em janeiro de 1993. Sheikh Munir (com leitura de Muhammad Abu Farez) representou a comunidade Islâmica num painel dedicado ao tema “Interculturalismo: testemunhos e vivências”

Sam Levy, interculturalismo Judaico: testemunhos e vivências
Judeus e Árabes da Península Ibérica - Encontro de Religiões, Diálogo de Culturas Comunicação proferida no seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional da UNESCO no convento da Orada, em Monsaraz, em janeiro de 1993. Sam Levy representou a comunidade Judaica num painel dedicado ao tema “Interculturalismo: testemunhos e vivências”

Sara Badruddin (lido Faranaz Keshavjee)- Interculturalismo: testemunhos e vivências - com. Ismaelita
Judeus e Árabes da Península Ibérica - Encontro de Religiões, Diálogo de Culturas comunicação proferida no seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional da UNESCO no convento da Orada, em Monsaraz, em janeiro de 1993. Sara Badruddin (com leitura de Faranaz Keshavjee) representarou a comunidade Ismaelita num painel dedicado ao tema “Interculturalismo: testemunhos e vivências”.

Judeus e Árabes da Península Ibérica, Jorge Borges de Macedo, jan 1993, conferência de abertura
Judeus e Árabes da Península Ibérica - Encontro de Religiões, Diálogo de Culturas Seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional a Unesco no convento da Orada, em Monsaraz (janeiro de 1993), com intervenções de académicos, investigadores, jornalistas e representantes das comunidades islâmica e israelita na Europa.

Judeus e Árabes da Península Ibérica, Jorge Borges de Macedo, sobre diálogo religioso, jan 1993
Judeus e Árabes da Península Ibérica - Encontro de Religiões, Diálogo de Culturas Seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional a Unesco no convento da Orada, em Monsaraz (janeiro de 1993), com intervenções de académicos, investigadores, jornalistas e representantes das comunidades islâmica e israelita na Europa.

Jorge Sampaio - Encontro Nacional de Ambiente, Turismo e Cultura, novembro 1989
Intervenção de Jorge Sampaio, então candidato a Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, no primeiro dos Encontros Nacionais de Turismo, Ambiente e Cultura, uma série de encontros tendo como objectivo contribuir para uma visão pluridisciplinar do fenómeno turístico, através de uma análise das "interfaces" Cultura/Ambiente/Turismo, e criar condições de diálogo entre os que determinam as políticas referentes ao Ambiente, Turismo e Cultura, os que as executam e todas as instituições e cidadãos nela interessadas. Realizaram-se o I Encontro em Lisboa e Sintra - novembro de 1989, o II Encontro em Angra do Heroísmo - novembro / dezembro de 1991 e o III Encontro em Ponte de Lima, em 1992

Anos 60: os factores de mudança - criação artística - João Bénard da Costa, março 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. Nesta sessão sobre “Criação Artística”, decorrida em março de 1990, publicamos agora as intervenções dedicadas ao cineclubismo e ao cinema, com os depoimentos de Lauro António e João Bénard da Costa.

Anos 60: os factores de mudança - criação artística - Lauro António, março 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as suas sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. Desta sessão sobre “Criação Artística”, decorrida em março de 1990, publicamos agora as intervenções dedicadas ao cineclubismo e ao cinema, com os depoimentos de Lauro António e de João Bénard da Costa.

Anos 60: os factores de mudança - Criação Artística - Rui Mário Gonçalves, março 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. Nesta sessão com o tema “Criação Artística”, decorrida em março de 1990, publicamos as intervenções de Eduardo Prado Coelho e de Rui Mário Gonçalves, dedicadas, respetivamente, às áreas da Literatura e das Artes Plásticas. No final de cada intervenção está uma importante interpelação de José Carlos Ferreira de Almeida a ambos sobre a importância da teoria e da reflexão crítica nos anos 60, e, naturalmente, as suas respostas.

Anos 60: os factores de mudança - Criação Artística - Eduardo Prado Coelho, março 1990
Anos 60: Os Factores de Mudança - sessão "Criação Artística", março 1990 Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. Nesta sessão sobre “Criação Artística”, decorrida em março de 1990, publicamos as intervenções de Eduardo Prado Coelho e de Rui Mário Gonçalves, dedicadas, respetivamente, às áreas da Literatura e das Artes Plásticas. No final de cada intervenção ouve-se uma importante interpelação de José Carlos Ferreira de Almeida a ambos sobre a importância da teoria e da reflexão crítica nos anos 60, e as suas respostas.

Helena Vaz da Silva, Lagoa Henriques, Alberto Vaz da Silva e António Alçada Baptista, 1995
Festa dos 50 anos do Centro Nacional de Cultura em 1995 – excerto Por ocasião da celebração dos 75 anos do CNC, publicamos aqui alguns dos discursos proferidos na festa organizada no Reservatório da Patriarcal (EPAL), em maio de 1995. Apresentamos as intervenções de Helena Vaz da Silva, do Mestre Lagoa Henriques, de Alberto Vaz da Silva e de António Alçada Baptista, importantes figuras da História do Centro Nacional de Cultura.

Forum TSF de Francisco Sena Santos sobre os 50 anos do Centro Nacional de Cultura, maio 1995
No dia em que se comemoram os 75 anos da fundação do Centro Nacional de Cultura, colocamos à disposição dos seguidores do nosso canal de Podcasts a gravação de um "fórum TSF" especial dedicado aos 50 anos do CNC, transmitido a 26 de maio de 1995, Conduzido por Francisco Sena Santos, com Maria Calado (hoje Presidente do CNC) em estúdio, contou com depoimentos de Afonso Botelho (um dos fundadores do Centro), Gonçalo Ribeiro Telles (membro da Direção do CNC na altura, hoje ainda Presidente da sua Assembleia Geral), Alberto Vaz da Silva (membro da Direção), Miguel Peres (crítico de Arte), Fernando Pernes (director artístico da Fundação de Serralves), Gonçalo Rêgo (ouvinte do Barreiro), Guilherme d'Oliveira Martins (então Deputado da AR e Presidente da SEDES) e Nuno Krus Abecasis (antigo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa).

Helena Vaz da Silva entrevista Oscar Niemeyer em março de 1989, Rio de Janeiro
Oscar Niemeyer no Rio de Janeiro em março de 1989, durante a viagem ao Brasil no ciclo “Os Portugueses ao encontro da sua História” (…) Quando eu fiz Pampulha (em Belo Horizonte), eu queria combater o ângulo reto. Eu achava que a arquitetura moderna feita em concreto armado sugeria um mundo diferente, de formas livres e variadas.” (...) A arquitetura é a procura da Beleza." Pode ver os desenhos que Niemeyer faz enquanto fala neste link: https://www.cnc.pt/75-anos-nas-artes-nas-letras-e-nas-ideias/

Anos 60: os factores de mudança - Culturas e práticas de exílio - Mário Ruivo, 1990
Anos 60: Os Factores de Mudança - sessão "Culturas e práticas de exílio", maio 1990 Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança -Culturas e práticas de exílio - Manuel Alegre, 1990
Anos 60: Os Factores de Mudança - sessão "Culturas e práticas de exílio", maio 1990 Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança - Culturas e práticas de exílio - António Barreto, 1990
Anos 60: Os Factores de Mudança - sessão "Culturas e práticas de exílio", maio 1990 Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança - O Tempo e o Modo - depoimento de António Alçada Baptista, 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança - sessão de abertura - O Tempo e o Modo - 29 de janeiro de 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança - O Tempo e o Modo - Depoimento de Mário Soares, 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança - O Tempo e o Modo - depoimento de João Bénard da Costa, 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança - O Tempo e o Modo - depoimento de Luís Salgado de Matos, 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Anos 60: os factores de mudança - O Tempo e o Modo - comentário de Mário Ruivo, 1990
Colóquio organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas no exílio, etc. (…) “É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.” – Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC) (…) “O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos”. – Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Halley, vem aí o cometa, de Alberto Vaz da Silva, 1985 - lado 1
Halley Hall O Centro Nacional de Cultura com a colaboração muito especial de Alberto Vaz da Silva e António Palolo organizou uma mega instalação num espaço especial no Centro Comercial das Amoreiras inaugurada em 25 de outubro de 1985, no âmbito das comemorações dos 40 anos do CNC e para celebrar a passagem do cometa de Halley. Tendo como pano de fundo uma enorme vela do navio-escola Sagres montada pelos próprios marinheiros, houve um grande conjunto de "happenings": pintura de David Denemark, grande exposição de documentos e objectos relativos à história do CNC e extensa instalação permanente dirigida e realizada por António Palolo sobre a história e trajectória do cometa de Halley. Esta celebração envolveu ainda uma noite com Herman José, teatros e colóquios vários, fados, concertos de música clássica, jazz, música electrónica, encontros com poetas e escritores ao vivo, cinema, um atelier de serigrafia, vídeos e diaporamas em permanência, além de um ciclo de conferências sobre a Índia.

Halley, vem aí o cometa, de Alberto Vaz da Silva, 1985 - lado 2
Halley Hall O Centro Nacional de Cultura com a colaboração muito especial de Alberto Vaz da Silva e António Palolo organizou uma mega instalação num espaço especial no Centro Comercial das Amoreiras inaugurada em 25 de outubro de 1985, no âmbito das comemorações dos 40 anos do CNC e para celebrar a passagem do cometa de Halley. Tendo como pano de fundo uma enorme vela do navio-escola Sagres montada pelos próprios marinheiros, houve um grande conjunto de "happenings": pintura de David Denemark, grande exposição de documentos e objectos relativos à história do CNC e extensa instalação permanente dirigida e realizada por António Palolo sobre a história e trajectória do cometa de Halley. Esta celebração envolveu ainda uma noite com Herman José, teatros e colóquios vários, fados, concertos de música clássica, jazz, música electrónica, encontros com poetas e escritores ao vivo, cinema, um atelier de serigrafia, vídeos e diaporamas em permanência, além de um ciclo de conferências sobre a Índia. Gravado no dia 28 de outrubro de 1985, dia de eclipse total do Sol.

Halley, vem aí o cometa, de Alberto Vaz da Silva, 1985 - lado 3
Halley Hall O Centro Nacional de Cultura com a colaboração muito especial de Alberto Vaz da Silva e António Palolo organizou uma mega instalação num espaço especial no Centro Comercial das Amoreiras inaugurada em 25 de outubro de 1985, no âmbito das comemorações dos 40 anos do CNC e para celebrar a passagem do cometa de Halley. Tendo como pano de fundo uma enorme vela do navio-escola Sagres montada pelos próprios marinheiros, houve um grande conjunto de "happenings": pintura de David Denemark, grande exposição de documentos e objectos relativos à história do CNC e extensa instalação permanente dirigida e realizada por António Palolo sobre a história e trajectória do cometa de Halley. Esta celebração envolveu ainda uma noite com Herman José, teatros e colóquios vários, fados, concertos de música clássica, jazz, música electrónica, encontros com poetas e escritores ao vivo, cinema, um atelier de serigrafia, vídeos e diaporamas em permanência, além de um ciclo de conferências sobre a Índia.

NATAL 2022
Conversa sobre a época natalícia gravada no Centro Nacional de Cultura em dezembro de 2022 com a participação de Maria Calado, João David Nunes e Guilherme d'Oliveira Martins, respetivamente Presidente, Vice-Presidente e Presidente do Grande Conselho do CNC.