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Vende-se TAP, mas sem indemnizações: quem não convencer, que não sonhe com milhões

Vende-se TAP, mas sem indemnizações: quem não convencer, que não sonhe com milhões

Antes pelo contrário · SIC Notícias

July 11, 202522m 32s

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Show Notes

TAP vai ser privatizada: e agora? No Antes Pelo Contrário em podcast, com José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alves, a análise à privatização da TAP e à detenção de dois polícias por suspeitas de tortura. O Governo aprovou o decreto-lei que abre caminho à privatização de 49,9% da TAP, mantendo o controlo estatal com os restantes 50,1%. A venda, que será feita por fases, inclui 44,9% para investidores e 5% reservados aos trabalhadores, caso estes não comprem, o investidor assume a totalidade. O objetivo é concluir a operação em cerca de um ano, mas o Estado pode abortar o processo sem indemnizações, se os candidatos não forem idóneos ou não cumprirem as exigências. O caderno de encargos impõe obrigações: manter o hub em Lisboa, preservar a marca TAP e as rotas estratégicas (Américas e PALOP). O investidor ficará com a gestão corrente da empresa, mas o Estado manterá poder de veto em decisões estratégicas. Esta primeira venda pode abrir espaço a uma futura privatização total, mediante novo processo e avaliação. A TAP poderá ser vendida a grupos da aviação, fundos de investimento ou investidores internacionais. O Antes Pelo Contrário foi emitido a 10 de julho na SIC Notícias.

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TAP vai ser privatizada: e agora? No Antes Pelo Contrário em podcastcom José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alvesa análise à privatização da TAP e à detenção de dois polícias por suspeitas de torturaTAP vai ser privatizada: e agora? No Antes Pelo Contrário em podcasta análise à privatização da TAP e à detenção de dois polícias por suspeitas de tortura. O Governo aprovou o decreto-lei que abre caminho à privatização de 499% da TAPmantendo o controlo estatal com os restantes 501%. A vendaque será feita por fasesinclui 449% para investidores e 5% reservados aos trabalhadorescaso estes não compremo investidor assume a totalidade. O objetivo é concluir a operação em cerca de um anomas o Estado pode abortar o processo sem indemnizaçõesse os candidatos não forem idóneos ou não cumprirem as exigências. O caderno de encargos impõe obrigações: manter o hub em Lisboapreservar a marca TAP e as rotas estratégicas (Américas e PALOP). O investidor ficará com a gestão corrente da empresamas o Estado manterá poder de veto em decisões estratégicas. Esta primeira venda pode abrir espaço a uma futura privatização totalmediante novo processo e avaliação. A TAP poderá ser vendida a grupos da aviaçãofundos de investimento ou investidores internacionais. O Antes Pelo Contrário foi emitido a 10 de julho na SIC Notícias.