PLAY PODCASTS
Inês Lopes Gonçalves: “O trabalho nunca deve ser a coisa mais importante da tua vida”

Inês Lopes Gonçalves: “O trabalho nunca deve ser a coisa mais importante da tua vida”

Alta Definição · SIC

November 16, 202449m 17s

Audio is streamed directly from the publisher (traffic.omny.fm) as published in their RSS feed. Play Podcasts does not host this file. Rights-holders can request removal through the copyright & takedown page.

Show Notes

Inês Lopes Gonçalves consegue ser muitas pessoas uma só. É humorista, apresentatadora de televisão e locutora de rádio. Faz parte, também, do leque de concorrentes desta edição do Hell’s Kitchen, da SIC, onde diz ter aprendido “a sério”. Nunca tem dois dias iguais, não trata por tu a rotina e até já foi salva por Cuca Roseta num atraso para abrir uma emissão na rádio. Gosta muito de vasculhar entulhos para resgatar objetos e artefactos antigos, por achar interessante a história de cada coisa. Também sofre, algo que está até na moda, “do tal síndrome de impostor”, por desconfiar de si própria e da sua capacidade em determinados momentos da vida, pois não se acha “assim tão importante”. É uma paixonada por aquilo que faz, mas não conseguiria viver sem todas as outras dimensões para lá do trabalho: “As pessoas, no final da vida, não se vão lembrar da tal reunião importante. Mas talvez se lembrem que, por causa dela, deixaram de ir buscar os filhos à escola ou outras coisas mais importantes”. Ouça a entrevista, na íntegra, de Daniel Oliveira nesta emissão de Alta Definição em podcast. 

See omnystudio.com/listener for privacy information.

Topics

Inês Lopes GonçalvesO trabalho nunca deve ser a coisa mais importante da tua vidaÉ humoristaapresentatadora de televisão e locutora de rádio. Faz partetambémdo leque de concorrentes desta edição do Hell’s Kitchenda SIConde diz ter aprendido “a sério”. Nunca tem dois dias iguaisnão trata por tu a rotina e até já foi salva por Cuca Roseta num atraso para abrir uma emissão na rádio. Gosta muito de vasculhar entulhos para resgatar objetos e artefactos antigospor achar interessante a história de cada coisa. Também sofrealgo que está até na moda“do tal síndrome de impostor”por desconfiar de si própria e da sua capacidade em determinados momentos da vidapois não se acha “assim tão importante”. É uma paixonada por aquilo que fazmas não conseguiria viver sem todas as outras dimensões para lá do trabalho: “As pessoasno final da vidanão se vão lembrar da tal reunião importante. Mas talvez se lembrem quepor causa deladeixaram de ir buscar os filhos à escola ou outras coisas mais importantes”. Ouça a entrevistana íntegrade Daniel Oliveira nesta emissão de Alta Definição em podcast