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Ana Galvão: “O português tem o requinte que o espanhol não tem tanto. É mais perfecionista, tem mais cuidado. Não estou a dizer que eu seja, mas aprecio e gosto de aprender isso”

Ana Galvão: “O português tem o requinte que o espanhol não tem tanto. É mais perfecionista, tem mais cuidado. Não estou a dizer que eu seja, mas aprecio e gosto de aprender isso”

Alta Definição · SIC

February 8, 202557m 22s

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Show Notes

Radialista da Renascença e agora a "máquina de pastilhas" do programa A Máscara, Ana Galvão fala de humor, mudanças, desafios, amor e rádio, numa conversa sincera e cheia de histórias inesperadas, com Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Nesta emissão de 08 de fevereiro, Ana Galvão reflete sobre a sua trajetória profissional e pessoal, marcada pelo amor à rádio e à leveza na vida. Fala sobre a influência do seu pai, um músico irreverente, e da sua mãe, uma presença constante e estruturante. Recorda a infância dividida entre Espanha e Portugal, a mudança difícil na adolescência e a descoberta da paixão pela rádio. Com humor, partilha histórias do seu percurso, como a rejeição inicial na rádio por não falar bem português e os desafios da sua carreira. Destaca a importância de relações leves e ambientes saudáveis no trabalho, e a sua sensibilidade para os direitos dos animais e o seu compromisso com o vegetarianismo. A maternidade transformou a sua visão do amor, trazendo desafios emocionais, como o impacto do divórcio no seu filho. Em conversa com Daniel Oliveira, revela o marco que foi a perda do pai em plena pandemia e como isso alterou a dinâmica familiar.

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Topics

Radialista da Renascença e agora a máquina de pastilhas do programa A MáscaraAna Galvão fala de humormudançasdesafiosamor e rádionuma conversa sincera e cheia de histórias inesperadas com Daniel Oliveirano Alta Definição em podcast. Nesta emissão de 08 de fevereiroAna Galvão reflete sobre a sua trajetória profissional e pessoalmarcada pelo amor à rádio e à leveza na vida. Fala sobre a influência do seu paium músico irreverentee da sua mãeuma presença constante e estruturante. Recorda a infância dividida entre Espanha e Portugala mudança difícil na adolescência e a descoberta da paixão pela rádio. Com humorpartilha histórias do seu percursocomo a rejeição inicial na rádio por não falar bem português e os desafios da sua carreira. Destaca a importância de relações leves e ambientes saudáveis no trabalhoe a sua sensibilidade para os direitos dos animais e o seu compromisso com o vegetarianismo. A maternidade transformou a sua visão do amortrazendo desafios emocionaiscomo o impacto do divórcio no seu filho. Em conversa com Daniel Oliveirarevela o marco que foi a perda do pai em plena pandemia e como isso alterou a dinâmica familiar.O português tem o requinte que o espanhol não tem tanto. É mais perfecionistatem mais cuidado. Não estou a dizer que eu sejamas aprecio e gosto de aprender isso Os filhos suavizam as razões das separações muitas vezes. Porque tu és tumas sempre com a nota de que há um bem e preocupação comumque é a educação dos teus filhos A pessoa que não tem humanidade não quer dizer que seja má. Só quer dizer quese calharnão teve a oportunidade ainda de fazer isso acontecer Acho que sofria mais quando ele vivoàs vezescom aquilo que ele estava a passarquando ele me dizianão durmo há uma semanaimagina. Era duro. não me esqueço uma vez que ele me disse na camadeitadoque ele não queria fazer com os filhos dele o que o Nuno e eu estávamos a fazer com elecom a separação. Isso eu nunca vou esquecereu acho que se foi uma coisahonestaera aquilo que ele estava a pensarmas ele sofreu com o divórcioacho que todos os filhos sofrem com os divórciostodos. Ele tinha 7. Disse-meeu nunca vou fazer aos meus filhos o que vocês estão a fazer. olho para os olhos de uma vaca e pensoeu não consigo comer isto. Acho desadorávelmas não concebo o maltrato animal. Vegetariana é por uma convicção moral. É porque gosto mesmo muito de animais. Ana Galvãoradialista da Renascençareflete sobre a sua trajetória profissional e pessoala mudança difícil na adolescência e a descoberta da paixão pela rádio.Com humorcomo a rejeição inicial na rádio por não falar bem português e os desafios da sua carreira. Destaca a importância de relações leves e ambientes saudáveis no trabalho. Revela também a sua sensibilidade para os animais e o seu compromisso com o vegetarianismo.A maternidade transformou a sua visão do amorcomo o impacto do divórcio no seu filho. Fala sobre a perda do pai em plena pandemia e como isso alterou a dinâmica familiar. Apesar dissomantém a crença de que a vida deve ser encarada com leveza e curiosidade.Neste episódionuma conversa sincera e cheia de histórias inesperadas.