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As Origens Intelectuais do 25 de Abril (IV): em que medida os poetas, escritores e dramaturgos portugueses ajudaram a produzir as sementes da revolução?
Season 1 · Episode 4

As Origens Intelectuais do 25 de Abril (IV): em que medida os poetas, escritores e dramaturgos portugueses ajudaram a produzir as sementes da revolução?

A História repete-se · Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho

April 22, 20251h 37m

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Show Notes

Neste quarto episódio sobre as origens intelectuais da Revolução Portuguesa foram escolhidas cinco obras do campo do teatro, da poesia e da ficção como maneira de interrogar a relação entre os livros e o 25 de Abril.  

A professora Ana Isabel Queiroz traz para a mesa as 'Terras do Demo', de Aquilino Ribeiro, e a investigadora Ana Margarida Martins analisa 'As Novas Cartas Portuguesas', de Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta e Maria Isabel Barreno.

O sociólogo João Pedro George fala sobre “O libertino passeia por Braga a Idolátrica o seu Esplendor”, de Luiz Pacheco.

Rui Lopo destaca o trabalho de Natália Correia na organização da 'Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica'.

E, por fim, Rui Pina Coelho destaca a importância da obra “Teatro Moderno, caminhos e figuras”, de Luís Francisco Rebello, a mais importante história do Teatro da primeira metade do Século XX.

São cinco livros, mas são mais autores, uma vez que em dois casos se trata de antologias e, portanto, estão aqui representadas muitas vozes e textos, tentando responder a várias interrogações:

Em que medida estes poetas, escritores e dramaturgos produziram ou ajudaram a produzir as sementes da revolução de abril? 

E em que medida os seus personagens, contextos, paisagens e temas foram criadores de novidade, agitação, rutura, novo pensamento ou até denúncia de um certo país ocultado?

É o que vamos descobrir, neste debate moderado por Inês Brasão na Biblioteca Nacional.

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Neste quarto episódio sobre as origens intelectuais da Revolução Portuguesa foram escolhidas cinco obras do campo do teatroda poesia e da ficção como maneira de interrogar a relação entre os livros e o 25 de Abril.   A professora Ana Isabel Queiroz traz para a mesa as 'Terras do Demo'de Aquilino Ribeiroe a investigadora Ana Margarida Martins analisa 'As Novas Cartas Portuguesas'de Maria Velho da CostaMaria Teresa Horta e Maria Isabel Barreno. O sociólogo João Pedro George fala sobre “O libertino passeia por Braga a Idolátrica o seu Esplendor”de Luiz Pacheco. Rui Lopo destaca o trabalho de Natália Correia na organização da 'Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica'. Epor fimRui Pina Coelho destaca a importância da obra “Teatro Modernocaminhos e figuras”de Luís Francisco Rebelloa mais importante história do Teatro da primeira metade do Século XX. São cinco livrosmas são mais autoresuma vez que em dois casos se trata de antologias eportantoestão aqui representadas muitas vozes e textostentando responder a várias interrogações: Em que medida estes poetasescritores e dramaturgos produziram ou ajudaram a produzir as sementes da revolução de abril?  E em que medida os seus personagenscontextospaisagens e temas foram criadores de novidadeagitaçãoruturanovo pensamento ou até denúncia de um certo país ocultado? É o que vamos descobrirneste debate moderado por Inês Brasão na Biblioteca Nacional.historiaficçãoteatropoesiapoetasdramaturgosUm debate sobre a importância das obras de teatropoesia e ficção portuguesas na construção do processo revolucionario